MOSTRANDO

SÓ PARA LEMBRAR, QUE ALGUMAS VEZES ESTOU POSTANDO NOS OUTROS ESPAÇOS DO SÍTIO, DAQUI. OU ESTOU ISOLADA EM ALGUM SÍTIO DE CÁ, FORA DO MUNDO BLOGAL.


Tenho postado AQUI ou AQUI

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

De volta, eu acho



Ontem, enquanto me dirigia de minha casa (1), para meu jardim (2), atravessei a cidade, e os lugares que eu percorria não eram aqueles que eu via. Por alguma magia da minha mente, o que eu sentia ou revia eram os lugares de minha infancia e juventude. Ruas que nem eram calçadas, lojas , magazines, que encheram de cores e desejos, e porque não, aventuras, a minha infancia, lugares que visitava de mãos dadas com minha mãe, tudo aqui novamente, através do brilho de sol que trouxe a manhã, refletindo nas árvores e rios do centro da minha cidade, a memória de toda uma vida. E estive feliz como se é feliz na inconsequência da infancia.

(1) a alugada
(2) a área de litigio(?) com o Parque Nacional (ou busca de acordo)



POR ONDE ANDEI ESTAS SEMANAS ?

AQUI





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quinta-feira, 30 de julho de 2009

twiter desatualizado


por onde andei? Dentro da rotina de ir seguindo sem saber quando vou parar.


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Correspondencias


Caro Tossan

Em minha ultima passagem, um dia desses, neste reflexo de mundo chamado virtual, mais especificamente no blogomundo, fui visitar sua pagina e encantei-me com
as fotos do mar. Creio que este meu sentimento - encantamento - desencadeou forças que me arrastaram até o mar-que-costumo-ir. E ao chegar aqui novamente, encontro presente uma sua visita, que muito me honra.
Deixo então, em agradecimento, uma das imagens do mar-que-vi.
Abraço!


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sábado, 25 de julho de 2009

Atualizações

Nem sei mais em quantos mundos vivo. Se parar para pensar, poderia listar quais são e contar. Mas prefiro assim, em trânsito, simples movimento, sem muita reflexão a respeito dos porques. Ou dos por que. É assim? Ou outro auto engano, especialidade minha, ou quem sabe, da grande parte da humanidade.
Bem, avancei muito nesta fase onde as transiçoes se fizeram mais intensas e frequentes, exigindo um grande esforço. Maior ainda por exigir interações que venho procurando evitar. Não sou mesmo boa nisso.
Ficou pronta a reconstrução da casinha. Um "cantinho p'ra chuva" num lugar tão lindo que paredes são demais. Se tornam dispensáveis. Embora sempre um desejo de mais, possa ir modificando essas condições. Ontem levei colchão, almofadas, louças. Um pouquinho só. Dormi ao som da chuva no telhado antigo, de eternit. Li, como há muito tempo não conseguia fazer . E voltei para cá, a casa dos cachorros. Sou necessária ao bem estar deles. E não consigo levá-los. Lá, ou presos, ou dano ambiental severo. Embora existam cães na vizinhança,ficam presos à casinhas. Eu teria que deixá-los em espaços suficientes para diversão, exercícios, abrigos, pelo menos como estão aqui. Tambem não aceito bem a ideia de levar para lá antenas que aumentem o potencial de captação de ondas de telefonia, internet, tv. Fico pensando que tenho o ar mais puro que existe. E não abro mão dessa ideia.
Quando digo que "ficou pronta..." falo de um básico super básico. Faltam, por exemplo, vidros nas janelas. E outras coisas tais. Mas já colho o que almoço. Frugalmente.
Emagreci um tanto. O que foi bom, era necessário. E nada fiz específicamente para isso. Apenas me movimentei e fui feliz. Estou feliz. Como um mar, em ondas. Os baixos existem. Tal como os vales e as montanhas. Aprendi a acreditar na recuperação, entendida como renovação.
Creio que estou menos obsessiva. Que estou me aproximando de meu centro.
Eu e aquelas montanhas somos idênticas. E preciso dessa parte de mim. Pois sou parte delas.

nota: O pc está pronto, mas não fui ainda buscá-lo. Fico me sentindo ... sei lá, lastimando-me por não postar minhas fotos. Sensação de incompletude. Mal feito.

domingo, 12 de julho de 2009

Caderno de notas- em algum dia de junho...

As coisas que ficam não-ditas,
acabam envenenando nosso espírito.
E, no entanto, há coisas que NÃO podem ser ditas.
E isso, nos mata, adoece, enfraquece.

sábado, 11 de julho de 2009

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Novidades ?

Aqui estou, na madrugada, novamente em um pc. Explico: as meninas vieram passar as férias em casa(?) e trouxeram uma máquina portatil para casa, então, terei algum acesso à rede. Mas espero tambem para breve, a visita de um dos meninos para cuidar da virose que inutilizou o meu amigo pc, virose que tem me afastado dos amigos que aqui encontrei. Só que como estou trabalhando demais para conseguir construir um abrigo para dias de chuva na mata onde vou habitar assim que as férias escolares terminarem, o tempo anda escasso.
Não mudei muito durante este periodo de ausencia e grandes mudanças exteriores. Continuo correndo pelas estradas, cumprindo funções que assumi. Continuo parando para contemplar as coisas que encontro. E tenho sido privilegiada com cada amanhecer e entardecer de tirar o fôlego. Lá, onde moro, a casa-da-bicho-da-mata, uma casa que sem paredes ou telhados, permite maior integração à paisagem e seres da natureza. Estes, tem se aproximado a uma distancia que até assusta. Assim, estar a dois metros de um tamanduá-mirim ou beija-flores, parados no ar, observando o estranho bicho-bípede que esta convivendo com eles, é privilégio único, enquanto ouço o silêncio, ou o vento nas folhagens, nas moitas de bambus, ou o rumorejar das águas descendo pelas encostas... Sou tão feliz que chega a dar medo.

Tenho como objetivo proximo conectar-me a partir de casa, mas penso que levar linhas telefonicas ou da net para lá pode ser um sacrilégio, contaminar o ar puro...Assim como não posso(?) levar meus amigos de quatro patas e pelos, pois temo que seu ladrar, mesmo quando presos ao canil ( que seria|será construido) possam interferir na paz e harmonia do local. Decisões difíceis, a outra possibilidade seria permanecer em duas casas, uma para mim, outra para eles, cuidando e conectando-me.
Enquanto isso, passo a passo, problema a problema, sigo desatando nós que a vida nos apresenta. A enorme dificuldade de fazer e assumir escolhas, sabendo ou não sabendo como seria caso a opção fosse a outra.
Esta nota que é na verdade explicativa, será acompanhada em breve de algumas fotos. Enquanto isso, vou passar para visitar os amigos, lentamente, conforme possa...

sábado, 27 de junho de 2009

SAUDADES !!!!

E pedido de desculpas pela ausencia sem justificativa antecipada, mas a cada dia pensava que "...amanhã vai dar certo..."
1º) Virose grave na máquina. Acho que suinou. Ainda está em tratamento, ficaram sequelas, sem trema. Tremo de pensar que pode não ter recuperação.
2º)Uma imensa goteira na casaemquemoroalugada, que obrigou a colocar móveis de tres cômodos em um. Ou seja, fiquei sem a maior parte da casa.
3º) Na sequência, queimou o roteador, e o outro computador da casa, sem fotos minhas e que as vezes uso em emergências (é de um dos filhos) está sem acesso à rede.
4º) Decidi me mudar para meu paraiso, o lugar mais lindo que conheço, e onde não tenho telefone nem redes, só as de deitar, entre árvores, onde minha casa é como aquela que descreveu Vinicius de Moraes, uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada... almoço em mesa de plástico no gramado, acendo fogueira ao entardecer, comendo mandioca cozida em fogueira-fogo-à-lenha, as mãos engrossam dos cabos da enxada e foice, a mente torna-se tranquila pela ausencia de pressa, o tempo torna-se o tempo do mundo. Enquanto reformo (aí com um pedreiro e um ajudante)um casebre em ruinas, com menos de 20 metros quadrados, para os tempos de muita chuva e onde penso colocar e organizar meios de contato com o exterior.
Fotos? Tenho feito, poucas. Lá sempre fotografo pouco, pelo tanto que permaneço em êxtase e trabalho. Nada posso mostrar aqui hoje, pois estou na cidade 1 a caminho à tarde da cidade 2. Como sempre, essas tarefas entre minhas cidades e filhos continuam, minha rotina. Se estou com um PC agora, é porque vim trazer de emprestimo meu pedreiro-faz-tudo a minha filha que teve uma pane emergencial no seu apartamento- vazamentos. (Pensando, que coisa, tantas goteiras e vazamentos nesta sequencia, num planeta em que falta água. Eu estou imersa...)
E constato agora que minha ultima postagem se deu no 365º dia da minha vida blogueira. Ou, 1º aniversario dos bicho-da-mata. E nem comemorei. Ou melhor, estou comemorando com um mes inteiro de mudanças na vida material enquanto de férias do mundo virtual ( fica combinado assim, né...)
Saudades, mesmo, de todas as amizades construidas aqui.
Vou voltando às visitas conforme for conseguindo acessar a rede.
Não se tem algo sem abrir mão de outro algo.
ABRAÇOS!

domingo, 31 de maio de 2009

Em busca de Sebolas

Assim, com S . É o nome de um lugar, aqui próximo. Saimos, passando por Secretario, lugar com caracteristicas de Vila do Interior e que no entanto é um bairro de um distrito de Petrópolis. Coexiste ai a tradição rural com uma ocupação recente por proprietários de casas para veraneio ou, mansões de férias. Sem saber ao certo como chegar passamos por lugar com nome estranho , Queima Sangue e depois em Santo Antonio fomos pedir informacoes,e descobrimos tratar-se já de bairros de Paraiba do Sul. Fomos muito longe! Mas como não vimos ...( não é plural majestático, não, estavamos eu e uma amiga andarilha, não digo velha amiga porque soaria mal)...Sebolas pelo caminho ? Onde tem o museu Tiradentes, onde fui a muitos anos passados, em exposição a parte do esquartejado do Inconfidente que coube àquele lugarejo -vila, uma historia local, envolvendo antigos amores, doloroso amor, lá morava um dos amores do herói. Haviam outros, com certeza, pouco sei a respeito.
Bem, já que estamos aqui, pedindo informações, nos indicam uma visita Às Fontes Salutaris. Antigo local de engarrafamento de águas minerais, ferruginosas, magnesianas, e que hoje vem sendo restaurado e transformado em parque de lazer. Valeu!
Finda esta visita, decido retornar pelo mesmo caminho, afinal, onde está Sebolas ? E vemos a placa! Olhamos ao redor, mas passamos aqui, antes, como pode... e, na placa voltada para um sentido, está escrito INCONFIDÊNCIA , no outro, SEBOLAS.
Preconceito...















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cheguei surfando (metafòricamente)

Interessante ter encontrado AQUI a postagem do Ricardo Blauth intitulada Ondas do Prazer. Porque estava pensando em algo que me impressionou desde ontem pela manhã, quando assisti pela SESC-TV, ZEZO RIBEIRO e seus violões (nome do programa e do musico). Fiquei pensando sobre o prazer demonstrado ao tocar. Ato em êxtase. Que depois verbaliza, na entrevista. Sem contar a música em si.



E mais sobre o fazer com prazer...Ah! O passeio de hoje!
Quero dizer, o passeio de ontem, sábado, pois ainda é o mesmo dia, posto que não dormi, condição indispensável para que eu consiga me sentir no outro dia. Confuso? Deliberadamente.

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Está chovendo bem, surgiram subitamente muitas goteiras na casa onde moro. Tive que mudar móveis de lugar, empilhar, cobrir. Tenho que ir onde não quero, a trabalho, por dois dias. Não gosto da combinação chuva-rodovias. Não pude ir onde gosto com meus netos, pelo compromisso profissional e NÃO quero ir onde preciso (repito e repito). O que fazer? Ficar cuidando da casa, minimizando estragos? E quais estragos estaria produzindo por faltar ao trabalho? E, de qualquer forma, parte do dano está produzido. Não fui À Serra Verde, móveis estão úmidos, sem possibilidade de secar, em breve o môfo avança. Hipótese: se este fosse meu último dia, onde eu gostaria de estar, o que desejaria ter feito? Cumprir um dever ou viver um prazer?

Vejam no site. É importante

Está no blog Vi o MundoAmadeu: Mídia antiga estimula medo da internet

Sou fã do Sergio Amadeu. (Entre outras coisas, êle que trouxe para este mundo, sem saber.)E sou fã tambem do Azenha e do Vi o Mundo

quinta-feira, 28 de maio de 2009

"estranhices"

Sou realmente um bicho estranho. Cheguei em casa, vim do paraiso, meu corpo está com cheiro de mato, meus pés com perfume de terra. Não quero trocar as roupas, nem quero tomar banho. Quero que a memória permaneça estimulada pelos aromas de onde andei este dia. Por que é preciso trocar estes perfumes, melhores do que qualquer outro que eu conheço, pelo odor químico de um sabonete, ou o cheiro forte do cloro que "trata" a água da cidade?




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segunda-feira, 25 de maio de 2009


Bem, aqui estou, revivida, com coragem nova, depois de uns mergulhos pelas matas de meu entorno, por fazendolas de amigos, ver a água corrente, rolando as pedras. E mesmo depois de alguns percalços rotineiros dos compromissos da vida obrigatória-civilizada, encontro condições de entender que não é possivel modificar escolhas de outros adultos, mesmo quando estes são crianças para mim. Mesmo quando algumas destas escolhas me agridem integralmente. Só posso aceitar ou procurar distanciar-me, quando impossível a aceitação. Pronto. As sementes eu lancei em solo bem adubado. Reguei. Cuidei. Nada mais resta a fazer, senão esperar pelos frutos que virão. Se doces ou amargos, não depende de minha vontade. Ou responsabilidade.

domingo, 24 de maio de 2009

sábado, 23 de maio de 2009

Falta ainda coragem para o grande salto. Minha vida foi vivida em medo.
Mas vou!

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Não sei mais de onde tirar forças para enfrentar problemas que estão acima de minhas forças ou capacidade. Sei, sei o que vão dizer. Todas aquelas frases feitas , tradicionalmente empregadas, sei todas as frases e orações, de inumeras religiões, usadas para fortalecer ou enganar quem está frágil, iludindo-o com a pseudo força. Eu mesma as emprego para os outros. Mas nada disso funciona em momentos como esse. Esperar passar. Que a propria vida se encarrega de alterar tudo. Mas sofro.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

"DEPRESSA, DEPRESSA, DEPRESSA"

DEPRESSA, DEPRESSA, DEPRESSA, isto vem sendo meu mantra diario. Quando digo "vem sendo" aponto para o tempo da duração desta minha existência. E muitas vezes não paro a tempo. Para repensar, ponderar. Sigo rápido, vendo e aprendendo. Mas será que estou mesmo aprendendo? Ah! tenho sentido ainda tanta raiva daqueles que me afetam da forma que classifico de negativamente. Mesmo sabendo que tudo, tudo mesmo sempre ocorre para meu bem. Tanta raiva... Por isso que prefiro mato. Não dá para ter raiva de mosquito. Apenas constatar e evitar o que fazem. Por que não entendo "gente" como apenas outro ente da natureza, que segue sua determinação de humano e por isso eu não deva esperar das pessoas, que ajam como seres providos de responsabilidade, de espiritualidade?

(Lá vou eu agora a Minas, levar quem tem que ir, a desculpa para fazer o que gosto, viajar, ver centenas de quadros, pintados nas paisagens que olho, por qual pintor divino e ainda por cima com excelente companhia e indo encontrar outro tanto. Eita veiinha egoista!)

terça-feira, 19 de maio de 2009

Duvidas...

A MORTE É UM MURO OU UMA PORTA ?


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sexta-feira, 15 de maio de 2009

tempo?

Estou num caminho errado. Sei que é hora de parar, retomar, recomeçar, voltar ao ponto de partida. Ou a algum local acertado do trajeto. Mas como costuma acontecer, tenho uma grande resistencia para voltar, admitir que devo fazer o que é certo, desistir de seguir impulsos, ou atender a desejos.
Sei que apesar de tudo, fiz muitas correções em meu rumo, erro menos, mas mesmo assim erro muito.
Em algum ponto da minha estrada, redefini algumas rotas, estabeleci condutas mais acertadas e pouco praticas. Não é suficiente. O tempo urge, a Hora se aproxima, não posso mais distrair-me. Brincar, só se for a sério.
Afastar-me da ilusão, deixar de ser uma fraude. Não ser. Nada.

quinta-feira, 14 de maio de 2009


Existem pessoas que fazem a gente querer ser melhor do que se é! São poucas, muito poucas, mas algum destes encontros na vida nos aponta nossa pequenez, quase uma humilhação. E nem ficam sabendo.

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BOM DIA DE MEADOS DE MAIO, O CÉU PROMETE UM AZUL LINDO DE OUTONO, O SOL AINDA NÃO BEIJA A TERRA, AQUI, NESTE VALE EM QUE ESTOU.
E EU, PRESA NESTA CAVERNA-CASA, AGUARDANDO O MOMENTO DE ME POR EM MOVIMENTO, AMANHÃ.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Pau-Rosa

Ao ver agora no blog verde que te quero verde a lista de espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção logo prestei atenção ao pau-rosa ou pau-de-rosa que desaparece de nossa natureza por ter sido durante anos explorado extensamente para a produção do famoso perfume Chanel nº5 (é assim que escreve?), sendo que retirado daqui por décadas, não sei se com autorização do governo ou contrabandeado mesmo. E agora, Maison Chanel? E agora madames? Vai ser explorado qual outro recurso até a exaustão, para apenas sustentar a vaidade?

Atenção:


MAIS AQUI

terça-feira, 12 de maio de 2009

SOMOS PRISIONEIROS DA NOSSA HISTÓRIA ?

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O bom da net



Se houve algo de bom em ter um blog, orkut, facebook, e houveram diversas coisas, desde perder o medo e os preconceitos relativos a estas mídias, aprender recursos básicos de uso de informática, conhecer pessoas, mesmo que a distância, amigos virtuais, reencontrar velhos amigos, acesso a informações que "não se vê na tv", descobrir processos do Humano, minimizando riscos, interagir, redefinir critérios, tentar perdoar, re-conhecer tanta coisa ou pessoas, mas o melhor mesmo foi o quanto aprendi sobre mim mesma, mais do que nos cadernos secretos que mantenho a tempos.
Então, a oração de hoje é um louvor à coragem, agradecimento pela vida e suas possibilidades.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Copiei este trecho do blog Vi o Mundo

link: (Vi o Mundo)
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PS: E a solidariedade com os atingidos pelas enchentes no Nordeste? Onde é que andam as campanhas? Sobrou alguma solidariedade depois das enchentes de Santa Catarina? Ou é mais fácil ser solidário com os brancos de olhos azuis? Por que a gripe suína, que não matou ninguém no Brasil, merece mais cobertura que mais de 40 mortos pelas enchente no Nordeste?


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eu tambem pergunto:
Por que ?

sexta-feira, 8 de maio de 2009

caminho mais curto para fracasso

Leonardo Boff

Das muitas reflexões acerca do colapso do sistema neoliberal, três despontam com claridade. A primeira é que para salvar o Titanic afundando não bastam correções e regulações no sistema em naufrágio. Precisa-se de uma outra rota que evite o choque com o iceberg: uma produção que não se reja só pela ganância nem por um consumo ilimitado e excludente. A segunda, não valem rupturas bruscas na ilusão de que já nos transportariam para um outro mundo possível, pois seguramente implicariam no colapso total do sistema de convivência, com vitimas sem conta, sem a certeza de que das ruínas nasceria uma nova ordem melhor. A terceira, a categoria sustentabilidade é axial em qualquer intento de solução. Isso significa: o desenvolvimento necessário para a manutenção da vida humana e para a preservação da vitalidade da Terra não pode seguir as pautas do crescimento até agora vigentes (olho no PAC de Dilma Rouseff). Ele é demasiado depredador do capital natural e parco em solidariedade generacional presente e futura. Importa encontrar um sutil equilíbrio entre a capacidade de suporte e regeneração da Terra com seus diferentes ecossistemas e o pretendido desenvolvimento necessário para assegurar o bem viver humano e a continuidade do projeto planetário em curso que representa a nova e irreversível fase da história.

Esta diligência precisa acolher a estratégia da transição do paradigma atual que não garante um futuro sustentável para um novo paradigma a ser construído pela cooperação intercultural que signifique um novo acerto entre economia e ecologia na perspectiva da manutenção da vida na Terra.

Onde vejo o grande gargalo? É na questão ecológica. Ela é citada apenas en passant nas agendas políticas visando a superação da crise. Na reunião dos G-20 no dia 2 de abril em Londres, o tema não influiu na formulação dos instrumentos para ordenar o caos sistêmico. Não se trata apenas do mais grave de todos, o aquecimento global, mas também do degelo, da acidez dos oceanos, da crescente desertificação, do desflorentamento de grandes zonas tropicais e do surgimento do planeta-favela em razão da urbanização selvagem e do desemprego estrutural. E mais ainda: a revelação dos dados que mostram a insustenbilidade geral da própria Terra, cujo consumo humano ultrapassou em 30% sua capacidade de reposição.

Uma natureza devastada e um tecido social mundial dilacerado pela fome e pela exclusão anulam as condições para a reprodução do projeto do capital dentro de um novo ciclo. Tudo indica que os limites da Terra são os limites terminais deste sistema que imperou por vários séculos.

O caminho mais curto para o fracasso de todas as iniciativas visando sair da crise sistêmica é esta desconsideração do fator ecológico. Ele não é uma “externalidade” que se pode tolerar por ser inevitável. Ou lhe conferimos centralidade em qualquer solução possível ou então teremos que aceitar o eventual colapso da espécie humana. A bomba ecológica é mais perigosa que todas as bombas letais já construídas e armazenadas.

Desta vez teremos que ser coletivamente humildes e escutar o que a própria natureza, aos gritos, nos está pedindo: renunciar à agressão que o modelo de produção e consumo implica. Não somos deuses nem donos da Terra mas suas criaturas e seus inquilinos. Belamente termina Rose Marie Muraro um livro a sair em breve pela Vozes”Querendo ser Deus, por quê? “Quando tivermos desistido de ser deuses, poderemos ser plenamente humanos o que ainda não sabemos o que é, mas que já intuíamos desde sempre”.
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Original em MMCBrasil

terça-feira, 5 de maio de 2009

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Contribuição da PATICA

Um dia da caça...




E do BLOG VI O MUNDO

A ORIGEM DO APORCALIPSE



"Menino, escute o que o Tio Serra falou! Fique longe do porquinho!"
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