PARTINDO NO SENTIDO OPOSTO DOS MEUS DESEJOS PARA ATENDER NECESSIDADES DE PESSOAS QUE NEM GOSTAM DE MIM.
Isso é a vida, por isso que temos que crer em vida além da morte, para não desistirmos da vida como se apresenta. Dou então o voto da dúvida.
MOSTRANDO
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
desperdicios,negligencia ou ingenuidade?
Tem gente que consome sem parar. Roupas, a tal da moda que faz com que descartem ràpidamente toneladas de recursos como algodão ( consome muita água para ser produzido, alem das áreas desmatadas para plantio), ou sintéticos, com gastos de recursos da Terra-Gaia tambem enormes. O mesmo com tudo o mais, de produtos desnecessarios para limpeza que alem dos gastos de produção intensificam a poluição pelos efluentes, a alimentos ou eletrodomésticos. Aprende-se cada dia a descartar e comprar. Surge então uma corrente "esotérica", bastante divulgada até, por revistas populares, pelos folhetos - ops, livros do Paulo Coelho, etc. onde se afirma que se deva descartar o velho para abrir espaço para o novo, sendo que este processo a nível material produziria o mesmo efeito nos outros níveis da existencia, incluso ai, o foco que seria o nível espiritual. Eu discordo. Todo "novo" material precisa ser produzido e isto implica lògicamennte a utilização de recursos do planeta, em grande escala. Eu creio no uso e reuso, na reciclagem efetiva, na redestinação de muitas coisas como embalagens por exemplo, que transformo em brinquedos, e por aí vai. Uma série de caixas dentro umas das outras, ou com tintas para serem pintadas, distraem crianças por horas. Não vejo necessidade de adquirir potes ou plásticos para reembalar o que se consome. Muita coisa chega a nossa casa em embalagens que podem ser reutilizada. Minha lista seria enfadonha e extensa. Então eu guardo. Quase tudo. Muitas das coisas que guardei acabaram por encontrar um ótimo destino, outras ainda esperam. Certamente não acredito na renovação as custas da destruição. Da sangria em Gaia
Tudo isso para revelar que minha mudança de casa, pela primeira vez para outra cidade será dificil, pois levar toda essa tralha gasta espaço, que no caso significam tempo e dinheiro. E não tenho nenhum dos dois. E se deixar para tras, certamente muito em breve vou me arrepender, quando os netinhos chegarem e eu não tiver mais, por exemplo, aqueles enormes blocos de isopor que embalaram geladeira e lavadoras, e que agora montam casas, carro, o que a nossa (deles e minha) imaginação infantil permitir nas brincadeiras. ( Se não for isso, será outra coisa, madeiras para reformar casinha do cachorro, e por aí vai).
Tudo isso para revelar que minha mudança de casa, pela primeira vez para outra cidade será dificil, pois levar toda essa tralha gasta espaço, que no caso significam tempo e dinheiro. E não tenho nenhum dos dois. E se deixar para tras, certamente muito em breve vou me arrepender, quando os netinhos chegarem e eu não tiver mais, por exemplo, aqueles enormes blocos de isopor que embalaram geladeira e lavadoras, e que agora montam casas, carro, o que a nossa (deles e minha) imaginação infantil permitir nas brincadeiras. ( Se não for isso, será outra coisa, madeiras para reformar casinha do cachorro, e por aí vai).
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
TIM TIM POR TIM TIM
Pedido de desculpas:
postei isto no blog errado, estava cansada da viagem e frustrações. Então, hoje apos o sono ( nem tão reparador assim, os problemas voltam nos sonhos fazendo acordar e remoer) ao constatar, providenciei a transferência para AQUI .
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postei isto no blog errado, estava cansada da viagem e frustrações. Então, hoje apos o sono ( nem tão reparador assim, os problemas voltam nos sonhos fazendo acordar e remoer) ao constatar, providenciei a transferência para AQUI .
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domingo, 7 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
"Postos Indígenas na Terra Yanomami foram extintos. Será a senha de entrada para garimpeiros? "
(Do blog do Mércio)
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(Do blog do Mércio)
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provocações
"O primeiro pensamento do dia - O melhor meio de começar bem cada dia é: ao acordar, refletir se não podemos aquele dia agradar pelo menos a um homem. Se isso pudesse ser aceito para substituir o hábito religioso da oração, os outros levariam vantagem nessa mudança."
Nietzsche
Humano, demasiado humano
Nietzsche
Humano, demasiado humano
arquivando
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
MENSAGEM RECENTE DAS ANCIÃS HOPI

Estão dizendo que o povo está na hora 11.
Agora vocês devem regressar e dizer-lhes o que é A HORA.
E dizer-lhes quais coisas devem ser consideradas:
Onde estão vivendo?
O que estão fazendo?
Quais são as suas relações?
Essas relações estão corretas?
Onde está a sua água?
Conhece o seu jardim?
É tempo de falar a sua verdade...
De criar a sua comunidade...
De serem bons uns com os outros...
E de não buscar um líder fora de si.
Este pode ser um bom tempo!
Agora há um rio que flui bem depressa...
É tão grande e rápido que há alguns temerosos, tratando de se agarrar às margens.
Sentem que estão sendo destroçados e sofrem muito...
Saibam que o rio tem seu destino..
Os anciões dizem que devemos nos soltar das margens e nos colocar no meio do rio,
Mantendo os olhos abertos e a cabeça fora da água.
Vendo quem está conosco e celebrar.
Neste tempo da história não devemos tomar nada pessoalmente
E muito menos a nós mesmos,
Porque este é o momento em que não podemos deter a nossa jornada espiritual.
O tempo do lobo solitário acabou.
Unam-se!
Apaguem a palavra "luta" de seu vocabulário e de suas ações.
Agora tudo deve ser feito de forma sagrada e em celebrações...
Nós somos aqueles que estamos esperando...
Agora vocês devem regressar e dizer-lhes o que é A HORA.
E dizer-lhes quais coisas devem ser consideradas:
Onde estão vivendo?
O que estão fazendo?
Quais são as suas relações?
Essas relações estão corretas?
Onde está a sua água?
Conhece o seu jardim?
É tempo de falar a sua verdade...
De criar a sua comunidade...
De serem bons uns com os outros...
E de não buscar um líder fora de si.
Este pode ser um bom tempo!
Agora há um rio que flui bem depressa...
É tão grande e rápido que há alguns temerosos, tratando de se agarrar às margens.
Sentem que estão sendo destroçados e sofrem muito...
Saibam que o rio tem seu destino..
Os anciões dizem que devemos nos soltar das margens e nos colocar no meio do rio,
Mantendo os olhos abertos e a cabeça fora da água.
Vendo quem está conosco e celebrar.
Neste tempo da história não devemos tomar nada pessoalmente
E muito menos a nós mesmos,
Porque este é o momento em que não podemos deter a nossa jornada espiritual.
O tempo do lobo solitário acabou.
Unam-se!
Apaguem a palavra "luta" de seu vocabulário e de suas ações.
Agora tudo deve ser feito de forma sagrada e em celebrações...
Nós somos aqueles que estamos esperando...
Os Anciães - Oraibi, Arizona
Nação Hopi
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Para conhecimento..........Foi recentemente publicado em Inglaterra um livro intitulado, em tradução literal, “ Na doença e no poder: a doença nos chefes de estado ao longo dos últimos cem anos”, escrito por David Owen, neurologista e político, hoje com setenta anos, fundador do actual Partido Liberal Democrata e ex-membro de Governos de Sua Majestade. Owen terá estudado durante seis anos o “ cérebro” de muitos dos políticos do século XX , tendo concluído que existe uma doença que afecta alguns detentores de cargos políticos: a síndrome de Hubris. O termo hubris significaria, em grego, excesso de confiança e orgulho desmedido. Uma incursão pela mitologia grega conduzir-nos-ia ao herói Hubris, que uma vez alcançada a glória se deixou embriagar pelo êxito e com isso passou a acumular erros até ao dia em que encontrou Némesis que o fez cair em si e ver a realidade. David Owen acha que este “ autismo” não é capricho pessoal mas sim um estado de doença. É que, as pressões e a responsabilidade que o exercício do poder implica, afectam a mente e o comportamento dos políticos. Nesta perspectiva, o poder intoxicaria de tal modo alguns detentores de cargos políticos que o sistema neuro -psíquico dos mesmos acabaria por ser afectado gravemente. Mesmo sabendo que esta doença não se encontra reconhecida pela Medicina, Owen aponta um conjunto de sintomas ( síndrome) facilmente diagnosticáveis: exagerada confiança dos líderes em si mesmos, desrespeito e desprezo pelos conselhos daqueles que os rodeiam e progressivo afastamento da realidade. Além disso, quando as decisões se revelam erróneas, não reconhecem o falhanço e continuam convencidos de que tomaram a decisão correcta.A comprovar tudo isto, o autor enumera políticos como Hitler que, na sua opinião, é um bom exemplo de um governante completamente dominado pela Síndrome de Hubris. Outros nomes: Roosevelt, Mussolini, Margaret Thatcher, Mao Tsé-Tung, Tony Blair, Bush, Fidel, Mugabe, Saddam, Khadafy , Idi Amin… Seguindo esta linha de pensamento, no caso português, quem incluiria aqui? Salazar? Jardim? Sócrates? Jaime Soares? Neste livro, em que Owen retoma um ensaio publicado no ‘Journal of the Royal Society of Medicine’ acerca do conceito de Hubris, chama-se ainda a atenção para as consequências do declínio mental e físico de muitos governantes dos nossos tempos. Suficientemente credível ou não, entendemos que esta obra não deixa de ser um bom pretexto para uma reflexão séria sobre a política e os políticos que nos governam, a nível mundial, a nível nacional e a nível autárquico. Reflexão que nos ajudará a estar mais atentos e mais sensíveis perante este fenómeno ancestral de abuso do poder por parte dos seus detentores.E a cura para a síndrome de Hubris? - é legítimo perguntar. Por enquanto - diz Owen - ainda não existe cura. Por isso há que manter "uma vigilância constante" sobre os dirigentes -conclui.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Federico Garcia Lorca
"El mundo está detenido ante el hambre que asola a los pueblos. Mientras haya desequilibrio económico, el mundo no piensa. Yo lo tengo visto. Van dos hombres por la orilla de un río. Uno es rico, otro es pobre. Uno lleva la barriga llena, y el otro pone sucio el aire con sus bostezos. Y el rico dice: ‘¡Oh, qué barca más linda se ve por el agua! Mire, mire usted el lirio que florece en la orilla'. Y el pobre reza: ‘Tengo hambre, no veo nada. Tengo hambre, mucha hambre'. Natural. El día que el hambre desaparezca, va a producirse en el mundo la explosión espiritual más grande que jamás conoció la humanidad. Nunca jamás se podrán figurar los hombres la alegría que estallará el día de la gran revolución. ¿Verdad que te estoy hablando en socialista puro?"
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
MARA (VILHA )

Logo que me inteirei do que era esta tal blogosfera, decidi escanear algumas das minhas muitas fotos de flores, jardins e correlatos e criar um blog só para o meu jardim. Na segunda ou terceira postagem, escolhi entre as fotos algumas específicas para oferecer a algumas mulheres blogueiras especiais que conhecera recentemente.
Uma delas, uma jovem, para meus critérios, jovem principalmente pelo que nos demonstrava em suas divertidìssimas postagens. Uma capacidade de fazer rir, e rir de si mesma. É uma delícia ir ao Leve e Solto. Não deixa de ser, mesmo após a partida prematura de Mara, aos 49 anos, após uma luta de 19 dias, nesta sexta feira. Vou sentir muita falta de sua leveza e alegria. E gosto de pensar que ela está bem agora divertindo os anjos com suas estórias e elegantésima como afirmava ser necessidade essencial, e com suas botas, brancas. Até a vista, Mara.
" A morte é como uma curva na estrada. Morrer é só não ser visto"(Fernando Pessoa)
no blog REVIAJANDO
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Isso não é poesia

Creio que o Grande Provador ( Provedor?) errou na dose.
Estou cansada demais de lutar procurando sempre o caminho correto que sempre, óbvio, é o mais difícil.
Estou cansada demais de cuidar.
Cansada demais de prover.
De envergonhar-me pelos fracassos.
Estou cansada de ter que avaliar-me em busca do aperfeiçoamento.
Estou cansada.
O cobertor parece pequeno demais para o tamanho do frio.
E reconheço que sempre pode piorar.
Frequentemente tenho provas disso.
Mas tambem vejo ao redor que pode ser melhor.
Por que estou sempre no limite?
Estou cansada de ser traida,
Cansada de ser usada
Cansada de nunca conseguir fazer o bastante
De estar sempre devendo, por mais que faça
Devo a própria vida?
Então...
Estou cansada de colocar lentes cor-de-rosa para tolerar o mundo que vejo.
Estou cansada do mundo que vejo.
Cansada da fabricar esperanças vazias.
Cansada de ter esperanças,
Das minhas incertezas, fraquezas.
Estou tão cansada...
"nada sei"

Estes últimos dias, do Natal até agora tem exigido de mim uma quantidade de decisões, que envolvem outras pessoas, que envolvem minha vida presente e principalmente as vidas futuras, se é que não somos apenas um acaso resultante das combinações aleatórias de moléculas e átomos, decisões estas que se perdem entre tantas possibilidades. Fico pensando que , e absolutamente não concluo nada, se seriam as provas que estou enfrentando testes para provar meu amor pelo próximo ou se para testar meu amor e respeito por mim mesma.. Porque se eu optar, como tenho feito, pelo bem estar da "próxima" estou decretando minha angustia, mal estar e desespero, porque, confesso, não sou capaz de alegrar-me apenas pela alegria do próximo quando minha existencia está mal. E é isso que tenho produzido. Não sei viver sem um mínimo de liberdade sem adoecer. Já vi isto acontecendo antes, algumas vezes. Não separo a essência da existencia. Penso que ao interagir corpo e alma, estamos obrigados a beneficiar tanto um quanto outro, até porque se o corpo vai mal, a mente idem, já diziam os clássicos. A alma também, digo eu. Talvez eu pense desta maneira, porque assim justifico minhas emoções, que não controlo. Meus desejos, e só tenho aqueles que são fundamentais, estão sendo destruidos. Os sonhos?
Não tenho merecimento? Ainda ? Ao chegar pertinho, quase alcançar, sou puxada para tráz pelo peso da ancestral. Dá para pensar.
"Não apresse o rio, ele corre sòzinho"
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Recursos

Descartar ou reusar, reciclar ?
Alem do lixo que produzo, procuro minimizar as marcas que deixo, os recursos que uso. Assim com a eletricidade, por exemplo. Quando foi determinado um sistema de cotas de uso máximo de energia elétrica, eu ja não tinha o que reduzir, pois o número de eletrodomésticos ja era abaixo da média da classe média. A luzinha vermelha não ficava em nenhum momento acesa na casa. Não uso freezer alem da geladeira, nem microondas, forninhos, processadores, o que for. Apenas a lava-roupa é um supérfluo-indispensável e o carro... Ah! Embora eu procure racionalizar seu uso, aqui já confessei extravagâncias...Viagens com nenhum passageiro alem do motorista - eu. Mas no total, no olhara ao redor, ainda tenho créditos de carbono, de sobra. P'ra classe medianamentemédia. Mas na racionalização de uso de energia, tive que recorrer a velas para iluminar a casa para as atividades básicas e mesmo assim ultrapassei por duas vezes a cota.
Roupas? Uso de 10, 20, e até mais, anos atras. Modelos clássicos, roupas indianas, quando não está na moda, tenho HORROR de moda. Todo mundo igual. Não há identificação pessoal, apenas dos grupos de pertencimento. Quando a roupa esta no fim, é porque nem mendigo usaria. Pois ainda usei em atividades da terra, jardins, horta, após cerzidos, remendos, bordados, apliques. Exagero? Nem nos bordados, nem na reciclagem.
Tudo bem, posso ser considerada exagerada, radical, e olha que não sou não! Já vi ecologistas radicais, ecochatos, patrulhando patrulhando. E já convivi com ambientalistas hipócritas, tipo multovocemaseufaço. Mas penso que, se cada um diminuisse um pouquinho seus residuos, se aplicasse a sua vida modos de consumo responsável, quem sabe nossos descendentes ainda poderiam apreciar um pouco das belezas da Mãe Terra, Gaia.
Compromissos

Quase diàriamente chego até o pc, abro o blog, vou à página de postagens, olho, penso em tanta coisa importante sobre as quais poderia ou deveria falar, mas tudo está dito, centenas, milhares de vezes. E tudo já foi lido. Se entendido, compreendido ou submetido à alguma reflexão, aí é outra coisa. Mas está tudo ao alcance de um click. Sou então absolutamente supérflua, não fosse ser uma pessoa que age, reflete e "está aí". Por isso, talvez que acabe me direcionando ao particular, muito particular, ao pessoal, meu umbigo e outras parte do meu ego. Não sou supérflua para meus amigos, acredito. Os daqui e os de todo lugar. Porque sem duvida e por muito tempo, fiz diferença. No trabalho, e na vida doméstica.
Então, reciclo lixo há décadas,mesmo quando era dificílimo descartar o material lixo e que me levava à peregrinações, papéis lá, nesta organização, pets acolá,vidros. Houve tambem um grande período onde a produção do lixo era mínima. O maior trabalho e cuidado nas compras do mês para minimizar o que seria descartado. Tempos bons aqueles...
Há muuuito tempo, desde antes de ser moda, recuso sacolas plásticas, ou uso-as de forma otimizada. Ao responder no balcão -" Não, obrigado, muito lixo no planeta ", via olhares espantados, horrorizados, zombeteiros a maioria. " Mulher doida", eu lia em seus olhares. Hoje estou na moda e, ao contrario do que faço em outras situações onde o que faço ou uso vira moda e eu deixo de usar,neste caso, sou obrigada a manter ou melhorar minha posição.
Mais sobre isso, eu conto depois. Se interessa a alguém ? Certamente não. Mas se ao invés de lixo eu falasse de sexo, aí...
Então, reciclo lixo há décadas,mesmo quando era dificílimo descartar o material lixo e que me levava à peregrinações, papéis lá, nesta organização, pets acolá,vidros. Houve tambem um grande período onde a produção do lixo era mínima. O maior trabalho e cuidado nas compras do mês para minimizar o que seria descartado. Tempos bons aqueles...
Há muuuito tempo, desde antes de ser moda, recuso sacolas plásticas, ou uso-as de forma otimizada. Ao responder no balcão -" Não, obrigado, muito lixo no planeta ", via olhares espantados, horrorizados, zombeteiros a maioria. " Mulher doida", eu lia em seus olhares. Hoje estou na moda e, ao contrario do que faço em outras situações onde o que faço ou uso vira moda e eu deixo de usar,neste caso, sou obrigada a manter ou melhorar minha posição.
Mais sobre isso, eu conto depois. Se interessa a alguém ? Certamente não. Mas se ao invés de lixo eu falasse de sexo, aí...
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
Tessaloniki






Tessaloniki: paisagens surpreendentes e um contexto humano idem. Não sei bem porque, nesta região, adoeci. Não ficaram sabendo, apenas, talvez, viram algum sintoma. Mas a região é muito mais do que esta aridez, ou pontes sobre leitos secos de rios... É muito mais que a história relatada na arte ou religiões dos povos que por ali passaram, ou permanecem, ou nos registros geológicos deixados pela Terra.
Segundo me contaram, a cidade portuária ganhou o nome, de uma irmã de Alexandre, que foi assim chamada porque quando seu pai, Filipe da Macedônia, chegou da conquista da Tessalia, encontrou a filha nascida, e que foi então chamada de " Vitória (niké) na Tessalia" = Tessaloniké
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Presa em casa, fico me perdendo nas lembranças, nas recentes e antigas, como eram de fato ou já transformadas pela força dos processos mentais. Nas saudades. Rolo fotos no écram, viro páginas de antigos álbuns e, sim é muito bom brincar disso, pelo menos as vezes. Enquanto resistir ao cárcere imposto por regras e leis sociais que me impõe cuidar como filha, de quem muito pouco cuidou dos filhos e que, certamente, jamais os amou, dando provas claras disso, inclusive afirmando-o muitas vezes em seus discursos e que agora força cuidados utilizando os mesmos jogos em que se especializou: chantagens, intrigas, e quais recursos se mostrem úteis, não importa a quem doer, desde que satisfaçam seus desejos.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
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" Que haja no ano que vem um beijo gratuito para cada um, e cada um colabore ativamente nesse sentido " ( Paulo Brabo ).
" Que haja no ano que vem um beijo gratuito para cada um, e cada um colabore ativamente nesse sentido " ( Paulo Brabo ).
domingo, 3 de janeiro de 2010
EI, VOCE AÍ!
Ningúem mais se mostra?
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É com voce que estou falando.
Fale aqui do que lhe apaixona. Quero saber de voce.
.Rubinho Osório disse...
Um por-do-sol como esse que vc postou abaixo;
Praia, mar, céu azul, areia branca, sol;
Matas verdes nas encostas dos morros, passarinhada alvoroçada;
Fazer amor com a mulher amada, estar com os filhos;
Ler, ler, ler, inclusive, e especialmente, o que escrevem meus amigos.
Tá bom ou quer mais?
Um ano 10 pra vc!
4 de janeiro de 2010 16:11
oimpressionista disse...
Ver pessoas sorrindo em paz à minha volta; saber que, ao menos às vezes, eu posso causar tais sorrisos, sem desmanchar nenhum outro. Poder sorrir.
(o melhor que pude fazer, pois é uma pergunta profunda e difícil, pelo menos para mim)
14 de janeiro de 2010 20:03
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É com voce que estou falando.
Fale aqui do que lhe apaixona. Quero saber de voce.
.Rubinho Osório disse...
Um por-do-sol como esse que vc postou abaixo;
Praia, mar, céu azul, areia branca, sol;
Matas verdes nas encostas dos morros, passarinhada alvoroçada;
Fazer amor com a mulher amada, estar com os filhos;
Ler, ler, ler, inclusive, e especialmente, o que escrevem meus amigos.
Tá bom ou quer mais?
Um ano 10 pra vc!
4 de janeiro de 2010 16:11
oimpressionista disse...
Ver pessoas sorrindo em paz à minha volta; saber que, ao menos às vezes, eu posso causar tais sorrisos, sem desmanchar nenhum outro. Poder sorrir.
(o melhor que pude fazer, pois é uma pergunta profunda e difícil, pelo menos para mim)
14 de janeiro de 2010 20:03
03/01/2010

"Ano Novo, vida nova", MESMO. Eu que nunca acreditei que ano mudava de fato, ou que algo mudava com a mudança das datas, não acreditava que existisse alguma magia, alguma sequência de eventos aleatórios ativadas por alguma data. Mas quem sabe, ativadas por algum fenômeno de comoção coletiva...Eu, que "cuspia p'ra cima", afirmando categòricamente que ano novo, resoluções, renovações, nada disso se manifestava dessa forma, aqui estou, com meu novo ano totalmente diferente do que jamais pude esperar, e, menos ainda, desejar. Necessàriamente tecendo projetos de vida compatíveis com minha atual realidade, com as circunstâncias que me atropelam desde o Natal. Bem se diz que quando se quer fazer Deus dar boas gargalhadas, é só formular um projeto de vida. A Omnisciência sabe que "não vai rolar". E quanto mais empenho no projeto, mais risadas. Te apresenta pedras no caminho. Penso que até joga algumas. No desvio, perde-se o rumo, a trajetória fica temporàriamente como que desorientada, até que novas estradas sejam descobertas, assim como os meios para percorre-las.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Papai Noel e o presente surpresa
(foto: entardecer em Delphi)Lembram que Natal passado pedi ao Pai Natal Noel "tolerância" e ganhei? Fiquei um tanto boazinha... Bem, este ano, no meio de tantos probleminhas, esqueci-me de fazer o pedido, e então, surpresa, 23:00 da noite de Natal, meu irmão telefona-me de São Paulo, avisando que estava indo para a rodovia Presidente Dutra ( Rio-Sao Paulo), aquela hora, para trazer-me nossa mãe, presente de Natal? Ela aprontou tantas, que o "grand finale" se deu no meio de uma ceia natalina, tipo "ela ou eu" e entendo o desepero, imagino os gritos, vejo a cena, porque conheço bem a pessoa e os danos de que é capaz. Ficou lá quatro ou cinco meses. Antes, 10 anos na casa da minha Santa irmã mais nova. Bem, ganhei de natal, assim, com minúscula, no meio da madrugada, a velhinha. A ficha ainda não caiu, nem sei se estou em estado de choque, imobilizada pelo pânico, perseguida pela culpa, afinal, trata-se "da mãe", ou simplesmente estou despreparada materialmente para recebê-la (bem como psicològicamente). A casa, estabelecida como caos, e nem posso mais sair, um pouco que seja, viajar, enquanto não conseguir um esquema de cuidadores.
Este ano, que eu experimentei o tal "espírito natalino", montei árvore e decorações com os netos, dias antes, fui até comprar lembrancinhas, ganho isto? Papai Noel, pô! É isso que eu mereço?
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Tenho estado tão conectada à terra, à Terra, às plantas e seres que encontro por aí, que quase não tenho pensado nada que não seja absolutamente de ordem prática e imediata. Até me esqueço deste sítio daqui, ou tão cansada fico pelos dias, que repouso é apenas isso, deitar-me, fechar os olhos, os ouvidos se fecham, diluem-se os demais sentidos, e a alma voa, de encontro a tudo que amo, novamente.
(foto:Findhorn, "Santuário da Natureza")
( Interior;autoria da foto: Cacá Simas)
(foto:Findhorn, "Santuário da Natureza")
( Interior;autoria da foto: Cacá Simas)
O Romano presente na Grécia
(foto: Grego e Romano, Atenas)Detalhe, a diferença entre a arquitetura do período grego clássico e a arquitetura romana, esta em arcos.
Em toda parte encontramos a superposição da cultura dominante(?) absorvendo a dominada e (re)construindo-se. Em todos os lugares que fui, lá. E somos o resultado deste modelo, helenocêntrico, que por Roma, difunde-se, ocupa o lugar das culturas tradicionais da região-Europa, que moldado, expande-se, ocupa as Américas, eurocêntrico, então o nosso modelo cultural. Romanocêntrico, conquistocêntrico,bélico, invasivo, dominador, travestido em religião.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

"Seguindo de carro, em estradas que cortam a exaustão plantações de algodão,cansaço
mental decorrente das reflexões produzidas pela visão dos campos de oliveiras, finalmente um discreto relevo, morrotes que fariam dos nossos, das, Gerais, montanhas colossais. Recobertos por uma mesma especie de árvores, um ou outro leito seco de rio, cruzado por pontes, quilômetros e quilômetros, horas e minutos, sempre a mesma paisagem. Não há o que Apontar pela janela para distrair as crianças cansadas, e, em uma curva, de repente, Meteora".

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Ontem foi domingo
Eu sei,e ainda não estou gagá, como se dizia no tempo que eu era criança daqueles que depois dos horrendos "30" se tornavam velhos. Hoje, na era do polìticamente correto, ( menos na política, é claro), no maximo se permite referir aqules da ... terceira, melhor, nãoseioquemais idade e que padecem de um certo grau de desatenção - o que muita vezes pode ser voluntaria e intencional para ficar longe de tanta baboseira, mas isso é digressão, no máximo permitimos aos jovens informar que "vovotemalzheimer".
Mas ontem foi domingo, sim, e daqueles dos bons. Acompanhada por uma amiga que tambem gosta desses dias, segui de carro por estradas de lama sabendo incertamente onde talvez eu fosse passar ou parar. Onde chegar? Peripécias passadas, o destino, sempre que saio é chegar em casa. Paisagens como as que gosto,flores que nunca havia visto, erosão, pastos, reflexões sôbre as tais ações antrópicas, sequelas profundas decorrentes da ganância de uma espécie em relação a tudo que está na superfície da Terra. E abaixo da superfície. E acima.
Cheguei em Arcozelo. Algo queria saltar de minha memória, as palavras "Aldeia de Arcozelo" iam e viam, associava com a palavra "Arte" e dai não passava. Até que vejo, a direita, estas palavras em azul sobre uma parede branca. Estaciono e visito as ruinas do que foi a Aldeia de Arcozelo, instalada em uma antiga e histórica fazenda de café. Da pena ver quanto que se perde neste país, do esforço dispendido, de documentos e monumentos de história, de espaços e possibilidades para educação, turismo e difusão da cultura. Mas ontem foi domingo, porque ainda deu tempo de visitar a Amiga da Fazenda e conversar enquanto ela terminava os queijos do dia, conversa mole sobre responsabilidades duras. Dia perfeito.
Mas ontem foi domingo, sim, e daqueles dos bons. Acompanhada por uma amiga que tambem gosta desses dias, segui de carro por estradas de lama sabendo incertamente onde talvez eu fosse passar ou parar. Onde chegar? Peripécias passadas, o destino, sempre que saio é chegar em casa. Paisagens como as que gosto,flores que nunca havia visto, erosão, pastos, reflexões sôbre as tais ações antrópicas, sequelas profundas decorrentes da ganância de uma espécie em relação a tudo que está na superfície da Terra. E abaixo da superfície. E acima.
Cheguei em Arcozelo. Algo queria saltar de minha memória, as palavras "Aldeia de Arcozelo" iam e viam, associava com a palavra "Arte" e dai não passava. Até que vejo, a direita, estas palavras em azul sobre uma parede branca. Estaciono e visito as ruinas do que foi a Aldeia de Arcozelo, instalada em uma antiga e histórica fazenda de café. Da pena ver quanto que se perde neste país, do esforço dispendido, de documentos e monumentos de história, de espaços e possibilidades para educação, turismo e difusão da cultura. Mas ontem foi domingo, porque ainda deu tempo de visitar a Amiga da Fazenda e conversar enquanto ela terminava os queijos do dia, conversa mole sobre responsabilidades duras. Dia perfeito.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Nem sei

As vezes um caminho muito conhecido de tanto que foi trilhado, começa a trazer estranhamento; a mesma pedra onde sempre tropeço, parece ter mudado de lugar, ou será que acaba por ficar oculta entre tanta poeira levantada, sedmentando um caminho enquanto passam-se os anos do meu caminhar, enquanto arrasta-se meu aprendizado, enquanto nem tropeço, pois quase não ando mais, carregando meu corpo em um arremedo do que teria sido, outrora, um andar apressado, tenho muitos lugares que ir, tenho demais para aprender, o tempo? Está sempre brincando de ocultar-se, de desaparecer quando é mais necessário, ou quando eu mais gostaria de comandar as possibilidades e de ver tudo sob todas as perspectivas. E nestes tempos que as portas ficam fechadas. E os caminhos se voltam sobre si mesmos.
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