MOSTRANDO

SÓ PARA LEMBRAR, QUE ALGUMAS VEZES ESTOU POSTANDO NOS OUTROS ESPAÇOS DO SÍTIO, DAQUI. OU ESTOU ISOLADA EM ALGUM SÍTIO DE CÁ, FORA DO MUNDO BLOGAL.


Tenho postado AQUI ou AQUI

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Minha mãe nunca chorou!


Um dia desses, em meio aos tormentos desnecessários que ela cuida de providenciar para as pessoas que cuidam dela, tais como fazer suas necessidades fisiológicas de modo a sujar o maior espaço e coisas possíveis, por preguiça de levantar-se, ela mesma o disse, de outra vez, já que não tem nenhum problema de saude física, ( foi e é exaustivamente investigada por especialistas), lembrei-me que nunca havia visto ela chorar. E perguntei então, se alguma vez na sua vida ela havia chorado. Refletiu alguns instantes e respondeu que não. Passado alguns minutos, chamou-me para dizer que achava que havia chorado um pouco quando da morte de sua mãe.


Não sei se sinto pena dela por isso.


Quando em meio ao xixi e cocô, penso o quanto deve ser ruim para ela própria viver fazendo isso. Essa é a forma que encontra agora para infernizar pois não mais tem acesso a outras pessoas fora de seu circuito doméstico, após ter optado por deitar-se, já que outras táticas, como intrigas, maledicências, danos morais e materiais aos filhos, conhecidos e parentes, já não pode concretizar, ninguem mais acredita em suas palavras e atos maldosos. O quanto deveria ser desagradável a quem age assim, imersa em excreções, mas não a ela, pois o motivo é fazer sofrer. Espalhar transtornos. Está com pena, amigo? Não fique. Não é senilidade, ela sempre agiu assim, desde que me entendo como gente. Sempre tratou de providenciar as coisas mais desagradáveis possíveis a todos, de acordo com a condição de cada um. Sempre lamentou não "ter tirado" os filhos. Pôs meu irmão para fora de casa aos 15 anos, porque "não queria estudar", e me proibiu de estudar, tive que fugir de casa, para obter apoio dos meus avós, e voltei, estudando, pois alguem precisava cuidar de meus irmãos mais novos. Depois, covardemente, fugi de novo, daquela forma clássica, ao casar-me aos 19 anos, no início do curso universitário.


Às vezes acho, meus irmãos por mãe, que tendo sido amaldiçoadaos por ela na concepção é o que nos fez ter tantas dificuldades na vida. Mas também é o que nos faz fortes, resistentes a tantas... agressões da vida. Afinal, a vida não é mãe?


Conviver com ela, no entanto é insuportável! Aquele olhar pelas costas, as palavras, como ontem, quando eu indo ao mercado, que detesto, disse a ela," tenho que ir, não tenho mesmo quem me ajude" ouvi pelas costas " Tomara que não volte" para agredir, sòmente, pois se eu não voltar, com quem ela ficará, já que nenhum dos outros tem mais capacidade de suportá-la. E nem eu. Só quero quebrar o record do irmão mais novo. Ele ficou com ela 5 meses! Hoje fazem quatro que está comigo! Cinco eu consigo, com a ajuda das meninas, que tem me salvado! E aqui estou, onde não queria, contrariando meus planos, negando meus sonhos e desejos, por dever. Ou para atender ao masoquismo que ela produziu em nós ? Uma mania de sofrer ?

NÃO DEU CERTO


Eu sei que fugir dos problemas não é solução. Mas talvez, bem lá no fundo ( e acho que na superfície tambem) eu me enganasse acreditando que uma mudança radical de local auxiliasse a promover mudanças em outras circunstâncias que me afetavam negativamente. Fazem dois meses que iniciei o processo da mudança, com tantos percalços que quase desisti no meio. Voltou forte aquela velha questão de se quando as dificuldades são muitas deve-se desistir ou se seria uma prova para testar a perseverança e se esta ao final traria alguma forma de recompensa.
Na verdade apenas há uma semana que estou na casa nova. As outras transcorreram com pendências relativas à entrega da casa anterior acrescidas aos movimentos habituais. Na casa nova, apenas vinha de passagem para as providências administrativas necessárias, como supermercado, pagamentos, ajustes no comportamento das pessoas que trouxe e estão ainda sob minha responsabilidade, mais ou menos como era na antiga moradia. Aqui, minha mãe que sempre disse detestar o frio, o de Petrópolis e depois o de São Paulo, passou a dizer que sempre detestou o calor. Os mosquitos me obrigam a uma adaptação diferente. Não sei ainda quais as rotinas seguras para proteger a minha família deles. São muito piores do que os de Viçosa. Constantes, dia e noite, dentro e fora da casa. Aderi fortemente a produtos químicos, que sempre repudiei. Estou envenenando meu ar, minha pele. E às filhas e mãe. Comprei cortinado para a noite, mas pôr cortinado para assistir TV? Ou lavar louça?
Vantagens? Sim, algumas. Ainda me encanto com a vastidão do céu, com as cores do poente. Cantos diferentes das aves marinhas, com a possibilidade de ver e ouvir o mar diàriamente. Os percursos para os locais que vou habitualmente, mudaram, são novas e diferentes paisagens, um reencantamento pelas rodovias. Novas cidades que atravesso, novos relêvos, novas maneiras do sol nascente.
Mas os cães não se adaptaram. Os que eram amigos entre si, passaram a brigar furiosamente, o que fez com que os canis construidos se tornassem insuficientes. Além de chorarem todo o tempo em que estão presos, o que não acontecia lá. E os vizinhos, que já da obra reclamavam da possibilidade de terem cães ao lado, agora estão revoltados, e, reconheço, com toda razão. Está insuportável. Nunca, em toda minha vida, tive problemas com vizinhos e agora aqui estou, sentindo um enorme desconforto, pois virei um estôrvo.
Então, eu que passei anos buscando uma solução que melhorasse a qualidade de vida, estou agora no mesmo ponto, buscando desesperadamente uma saída. Só que sem o sonho de mudança de casa, pelo menos por alguns anos. O investimento foi grande. Nem sei ainda como e quando irei pagar aos filhos, que custearam tudo. A perspectiva de trabalho melhor remunerado, ja não me dá esperanças, pois os quatro plantões que fiz durante o Carnaval, até hoje não me foram pagos. Vou trabalhar sem saber se vou receber. Ou quando.
Não vejo solução.


PS: Só para ter ideia de acontecimentos: à véspera de meu aniversário, que pretendia comemorar aqui, com os filhos, a mais velha estava retida na Europa, por conta do vulcão; a companhia de luz corta a minha luz, devido a débitos de 2009, apesar de ao inicio do contrato, em fevereiro, ter sido providenciado a mudança de titularidade. Noite de sexta feira, eu vindo de Minas, ao telefone, recebo a informação que só pagando o débito e aí seria imediatamente religada, com comprovação à equipe de religação. Corro feito louca, excedo limites de velocidade para chegar e pegar o aviso para providenciar o pagamento antes que fechassem os caixas eletronicos. Consigo, por 10 minutos. (ainda não sei se tive multas pelo excesso de velocidade ). Telefono e me dizem que agora precisava passar por fax a conta paga. COMO? as 10 da noite ? Paguei 300 reais por contas que não são minhas para ter luz! Passo o fax no dia 17, cedo após uma noite à luz de velas. Minha mãe não fica no escuro, grita, e passei vigiando velas. Após o fax, telefono, resposta que não fazem religações em urgência fim de semana. COMO? Mas não me disseram que era isso. Chorei muito, desde a véspera e todo o dia do aniversário. Liguei para os filhos para que não viessem, sem luz não tenho água, que só vai para as caixas por bombas. Vieram mesmo assim. Improvisaram coisas. Passaram o dia inteiro telefonando para a companhia de luz, que, penso, não aguentando mais tantas e repetidas ligações, desistiram e fizeram a ligação as 8 da noite. Ainda deu para comemorar. De rosto inchado de tanto chorar. Por que comigo? O que foi que fiz para merecer? E ainda preciso lutar pelo ressarcimento do valor pago, com o que era meu ultimo dinheiro do mes, e que me fez pedir mais empréstimos, alem de tudo que ja estava devendo. De bom? A certeza que meus filhos são pessoas maravilhosas, demais. Mas não é justo que tenham que me proteger de mim mesma, dos azares ( IRHC! detesto usar esta palavra) que me rondam a vida toda. Carma ruim, onde o que pode ser difícil, será mais dificil ainda ! E não posso reclamar, né, porque sempre piora. Tenho que ser grata ao Universo que conspira contra mim, pois os filhos são "do bem"...
Hare Krishna Hare Hare...

domingo, 4 de abril de 2010

Tipico?

(Estou num teclado onde n'ao encontro acentos e algumas pontuac;oes, sou muito...anta)
Finalmente dia 30 entreguei a casa de Petropolis aos senhorios, pintada, arrumada (quase, mas com acordos financeiros, etc). E fui para a nova casa, onde em quase dois meses ja fiquei por uns 8 dias. Mas la estao minha mae e duas das filhas.
Sempre fui uma petropolitana atipica. Alias, em qualquer categoria em que tento me incluir ( tento?) sou atipica. Assim, enquanto TODOS os amigos e conhecidos adoram ir a Cabo Frio nos feriados e ferias eu detesto, pelos transtornos do transito, ida e volta, como por outras dificuldades da estrutura do local. E la estava eu em plena semana santa, lá ! Precisando vir ate Petropolis junto com parte das 200 mil pessoas que incharam minha nova cidade por estes dias. Compromisso importante. Daqueles, de ficar com os netos para que a filha possa cumprir seus compromissos. E programo o dobro do tempo habitual para cobrir a distancia, o que quase foi insuficiente, para um percurso realizado em primeira e segundas marchas, na maior parte da viagem. Na primeira parte, "Via Lagos" todos em alta velocidade, parecendo uma nova forma de trem, vagòes encadeados, numa linha a perder de vista, a mais de cem por hora, so que cada um pode alterar o seu conjunto de bancos, nao ha um condutor geral, de repente algum banco "do trem", em geral um conjunto de bancos, se atravessa na frente de outros, obrigando a frenagens rapidas... Ta, eu estou acostumada com estradas, digo, rodovias, mas assim, confesso que chega a dar medo. E de repente tudo aquilo para. E segue arrastando-se em pulsos esporadicos. Vendedores de aguas e biscoitos disputando com as motocicletas, os espaços entre os carros. Cheguei a tempo, pois na logistica para hoje, havia uma pequena margem para imprevistos. E aqui estou com um neto, esperando para seguir viagem por mais 300 km, para a roça, onde tem AQUELA universidade onde...(pronto, ele acordou, tchau!)

quarta-feira, 17 de março de 2010

Mudança de casa e de cidade concretizadas, mas ainda sem internet e sem concluir a transferencia dos cães. Falta tambem completar a restauração da casa em que morei por 7 anos. Correndo muito por estradas, arriscando-me, aventurando-me, mas quase satisfeita. Quase, nada. Falta muito, a insatisfação, assim como a ansiedade estão sempre comigo. Alguns problemas aos quais pretendia fugir, me seguem, aonde for. Racionalmente sabia disso, mas a tal da esperança é algo que tambem me acompanha sempre. Esbravejo, protesto, questiono, mas ainda não aprendi a desisitir.
Então, amigos, em breve estarei de volta, com as fotos que não tenho feito, as perguntas que estão nos cadernos enquanto a net não vem, e as viagens mais ou menos livres que tambem não posso mais fazer, prisioneira que estou dos fantasmas vivos do passado.

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

CHEGA de "dar a outra face". Está na hora de chicotear os "mercadores do templo", afastar aqueles que só se aproximam para "se dar bem", que fazem mal uso dos bens e graças que a vida ou os outros lhes proporcionam. Não dá mais para ser caridoso, jogando "pérolas aos porcos". É hora de "amar ao próximo como a si mesmo" Amar a si próprio, respeitar-se, sem desperdiçar recursos emocionais. Toda planta, todo animal necessita de insumos; ao retirarmos todas as folhas para alimentarmos ao outro, a planta fenece. O uso desrespeitoso mata a natureza. A vida se torna sinônimo de dor, de perdas, de não-vida. É hora de voltar o olhar para mim mesma.
Esperei tres dias, contei até dez, dez mil vezes, a indignação só aumenta; ao longo da vida perdoei sete vezes setenta, setenta vezes sete, ao invés de acalmar-me, começo a desejar o castigo para quem me magoa repetidamente, começo a desistir de esperar o bem, começo a desejar o fim, a abdicar de viver como a vida se me apresenta. Coisas boas, e existem, se tornam insignificantes frente a tudo que passei e que vejo que terei que passar. Sem mais forças para lutar, pra corrigir(-me), para buscar o bem, ou para descobrir o caminho do meio. Se deus existe, ele não tem compaixão, eu tive, mais do que ele. Deus existe à semelhança da maldade humana e Jeová nem assume, ao contrário de Krishna, a maldade existente no mundo. Acovarda-se, omite-se, distribuindo regras que não cumpre. Os deuses aterrorizam, exigem louvor e sacrifícios, não poupam nem seus filhos favoritos. O mal sempre triunfa e criamos quimeras para suportar a existência. Esperamos o fim para ter um início. Mas não existe inicio ou fim, tudo permanece sempre, as boas intenções sendo destroçadas e merecendo o inferno ou a punição nas rodas das encarnações. Ou assumir castigar, a vingança, na "medida justa".
Cada beleza esconde a destruição em seu âmago. Cada coisa boa acarreta a contrapartida dolorosa.
Por que devo ainda perdoar, se cada erro que cometi, me é cobrado intensivamente, exaustivamente? Se parece que estou sempre devendo e sendo punida? Porque esperar ser poupada, se nem os bons o são? É lógico que minha revolta será muito castigada, assim agem os cuidadores do mundo. Mas tambem não o sou ao praticar o que me ensinaram ser o bem?
Desisto de ter esperanças. Entrego-me ao mundo, às forças da natureza. Desisto de ir contra a corrente. É óbvio que pode piorar muito. Mas não só piora, sempre, independente do que se faça?

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

PARTINDO NO SENTIDO OPOSTO DOS MEUS DESEJOS PARA ATENDER NECESSIDADES DE PESSOAS QUE NEM GOSTAM DE MIM.
Isso é a vida, por isso que temos que crer em vida além da morte, para não desistirmos da vida como se apresenta. Dou então o voto da dúvida.

desperdicios,negligencia ou ingenuidade?

Tem gente que consome sem parar. Roupas, a tal da moda que faz com que descartem ràpidamente toneladas de recursos como algodão ( consome muita água para ser produzido, alem das áreas desmatadas para plantio), ou sintéticos, com gastos de recursos da Terra-Gaia tambem enormes. O mesmo com tudo o mais, de produtos desnecessarios para limpeza que alem dos gastos de produção intensificam a poluição pelos efluentes, a alimentos ou eletrodomésticos. Aprende-se cada dia a descartar e comprar. Surge então uma corrente "esotérica", bastante divulgada até, por revistas populares, pelos folhetos - ops, livros do Paulo Coelho, etc. onde se afirma que se deva descartar o velho para abrir espaço para o novo, sendo que este processo a nível material produziria o mesmo efeito nos outros níveis da existencia, incluso ai, o foco que seria o nível espiritual. Eu discordo. Todo "novo" material precisa ser produzido e isto implica lògicamennte a utilização de recursos do planeta, em grande escala. Eu creio no uso e reuso, na reciclagem efetiva, na redestinação de muitas coisas como embalagens por exemplo, que transformo em brinquedos, e por aí vai. Uma série de caixas dentro umas das outras, ou com tintas para serem pintadas, distraem crianças por horas. Não vejo necessidade de adquirir potes ou plásticos para reembalar o que se consome. Muita coisa chega a nossa casa em embalagens que podem ser reutilizada. Minha lista seria enfadonha e extensa. Então eu guardo. Quase tudo. Muitas das coisas que guardei acabaram por encontrar um ótimo destino, outras ainda esperam. Certamente não acredito na renovação as custas da destruição. Da sangria em Gaia
Tudo isso para revelar que minha mudança de casa, pela primeira vez para outra cidade será dificil, pois levar toda essa tralha gasta espaço, que no caso significam tempo e dinheiro. E não tenho nenhum dos dois. E se deixar para tras, certamente muito em breve vou me arrepender, quando os netinhos chegarem e eu não tiver mais, por exemplo, aqueles enormes blocos de isopor que embalaram geladeira e lavadoras, e que agora montam casas, carro, o que a nossa (deles e minha) imaginação infantil permitir nas brincadeiras. ( Se não for isso, será outra coisa, madeiras para reformar casinha do cachorro, e por aí vai).

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

TIM TIM POR TIM TIM

Pedido de desculpas:
postei isto no blog errado, estava cansada da viagem e frustrações. Então, hoje apos o sono ( nem tão reparador assim, os problemas voltam nos sonhos fazendo acordar e remoer) ao constatar, providenciei a transferência para AQUI .

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" Ó Impecável, o modo da bondade, sendo mais puro que os outros, ilumina e livra a pessoa de todas as reações pecaminosas. Aqueles que se situam nesse modo desenvolvem conhecimento, mas ficam condicionados pelo conceito de felicidade "
(Bhagavad-Gita, 14/06)

domingo, 7 de fevereiro de 2010



"A MELHOR HORA PARA PLANTAR UMA ÁRVORE, FOI HÁ 20 ANOS ATRÁS. A PRÓXIMA MELHOR HORA É AGORA ".
(provérbio chines)
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sábado, 6 de fevereiro de 2010

"Postos Indígenas na Terra Yanomami foram extintos. Será a senha de entrada para garimpeiros? "

(Do blog do Mércio)

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provocações

"O primeiro pensamento do dia - O melhor meio de começar bem cada dia é: ao acordar, refletir se não podemos aquele dia agradar pelo menos a um homem. Se isso pudesse ser aceito para substituir o hábito religioso da oração, os outros levariam vantagem nessa mudança."
Nietzsche
Humano, demasiado humano

arquivando

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I)
UM BLOG FEITO PARA MIM. E para quem quiser vir junto, numa possível descoberta dos improváveis



II)
Se falo pouco do que sei,
é porque pouco sei do que sei
falo então do que sinto,
minhas dores e prazeres,
Falo do medo, da esperança
Falo da incerteza, e tristeza.
Da alegria e do crescimento

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

MENSAGEM RECENTE DAS ANCIÃS HOPI


Estão dizendo que o povo está na hora 11.
Agora vocês devem regressar e dizer-lhes o que é A HORA.
E dizer-lhes quais coisas devem ser consideradas:
Onde estão vivendo?
O que estão fazendo?
Quais são as suas relações?
Essas relações estão corretas?
Onde está a sua água?
Conhece o seu jardim?
É tempo de falar a sua verdade...
De criar a sua comunidade...
De serem bons uns com os outros...
E de não buscar um líder fora de si.
Este pode ser um bom tempo!
Agora há um rio que flui bem depressa...
É tão grande e rápido que há alguns temerosos, tratando de se agarrar às margens.
Sentem que estão sendo destroçados e sofrem muito...
Saibam que o rio tem seu destino..
Os anciões dizem que devemos nos soltar das margens e nos colocar no meio do rio,
Mantendo os olhos abertos e a cabeça fora da água.
Vendo quem está conosco e celebrar.
Neste tempo da história não devemos tomar nada pessoalmente
E muito menos a nós mesmos,
Porque este é o momento em que não podemos deter a nossa jornada espiritual.
O tempo do lobo solitário acabou.
Unam-se!
Apaguem a palavra "luta" de seu vocabulário e de suas ações.
Agora tudo deve ser feito de forma sagrada e em celebrações...
Nós somos aqueles que estamos esperando...

Os Anciães - Oraibi, Arizona
Nação Hopi
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Para conhecimento..........Foi recentemente publicado em Inglaterra um livro intitulado, em tradução literal, “ Na doença e no poder: a doença nos chefes de estado ao longo dos últimos cem anos”, escrito por David Owen, neurologista e político, hoje com setenta anos, fundador do actual Partido Liberal Democrata e ex-membro de Governos de Sua Majestade. Owen terá estudado durante seis anos o “ cérebro” de muitos dos políticos do século XX , tendo concluído que existe uma doença que afecta alguns detentores de cargos políticos: a síndrome de Hubris. O termo hubris significaria, em grego, excesso de confiança e orgulho desmedido. Uma incursão pela mitologia grega conduzir-nos-ia ao herói Hubris, que uma vez alcançada a glória se deixou embriagar pelo êxito e com isso passou a acumular erros até ao dia em que encontrou Némesis que o fez cair em si e ver a realidade. David Owen acha que este “ autismo” não é capricho pessoal mas sim um estado de doença. É que, as pressões e a responsabilidade que o exercício do poder implica, afectam a mente e o comportamento dos políticos. Nesta perspectiva, o poder intoxicaria de tal modo alguns detentores de cargos políticos que o sistema neuro -psíquico dos mesmos acabaria por ser afectado gravemente. Mesmo sabendo que esta doença não se encontra reconhecida pela Medicina, Owen aponta um conjunto de sintomas ( síndrome) facilmente diagnosticáveis: exagerada confiança dos líderes em si mesmos, desrespeito e desprezo pelos conselhos daqueles que os rodeiam e progressivo afastamento da realidade. Além disso, quando as decisões se revelam erróneas, não reconhecem o falhanço e continuam convencidos de que tomaram a decisão correcta.A comprovar tudo isto, o autor enumera políticos como Hitler que, na sua opinião, é um bom exemplo de um governante completamente dominado pela Síndrome de Hubris. Outros nomes: Roosevelt, Mussolini, Margaret Thatcher, Mao Tsé-Tung, Tony Blair, Bush, Fidel, Mugabe, Saddam, Khadafy , Idi Amin… Seguindo esta linha de pensamento, no caso português, quem incluiria aqui? Salazar? Jardim? Sócrates? Jaime Soares? Neste livro, em que Owen retoma um ensaio publicado no ‘Journal of the Royal Society of Medicine’ acerca do conceito de Hubris, chama-se ainda a atenção para as consequências do declínio mental e físico de muitos governantes dos nossos tempos. Suficientemente credível ou não, entendemos que esta obra não deixa de ser um bom pretexto para uma reflexão séria sobre a política e os políticos que nos governam, a nível mundial, a nível nacional e a nível autárquico. Reflexão que nos ajudará a estar mais atentos e mais sensíveis perante este fenómeno ancestral de abuso do poder por parte dos seus detentores.E a cura para a síndrome de Hubris? - é legítimo perguntar. Por enquanto - diz Owen - ainda não existe cura. Por isso há que manter "uma vigilância constante" sobre os dirigentes -conclui.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Federico Garcia Lorca

"El mundo está detenido ante el hambre que asola a los pueblos. Mientras haya desequilibrio económico, el mundo no piensa. Yo lo tengo visto. Van dos hombres por la orilla de un río. Uno es rico, otro es pobre. Uno lleva la barriga llena, y el otro pone sucio el aire con sus bostezos. Y el rico dice: ‘¡Oh, qué barca más linda se ve por el agua! Mire, mire usted el lirio que florece en la orilla'. Y el pobre reza: ‘Tengo hambre, no veo nada. Tengo hambre, mucha hambre'. Natural. El día que el hambre desaparezca, va a producirse en el mundo la explosión espiritual más grande que jamás conoció la humanidad. Nunca jamás se podrán figurar los hombres la alegría que estallará el día de la gran revolución. ¿Verdad que te estoy hablando en socialista puro?"

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

MARA (VILHA )


Logo que me inteirei do que era esta tal blogosfera, decidi escanear algumas das minhas muitas fotos de flores, jardins e correlatos e criar um blog só para o meu jardim. Na segunda ou terceira postagem, escolhi entre as fotos algumas específicas para oferecer a algumas mulheres blogueiras especiais que conhecera recentemente.
Uma delas, uma jovem, para meus critérios, jovem principalmente pelo que nos demonstrava em suas divertidìssimas postagens. Uma capacidade de fazer rir, e rir de si mesma. É uma delícia ir ao Leve e Solto. Não deixa de ser, mesmo após a partida prematura de Mara, aos 49 anos, após uma luta de 19 dias, nesta sexta feira. Vou sentir muita falta de sua leveza e alegria. E gosto de pensar que ela está bem agora divertindo os anjos com suas estórias e elegantésima como afirmava ser necessidade essencial, e com suas botas, brancas. Até a vista, Mara.

" A morte é como uma curva na estrada. Morrer é só não ser visto"
(Fernando Pessoa)

no blog REVIAJANDO

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Isso não é poesia


Creio que o Grande Provador ( Provedor?) errou na dose.
Estou cansada demais de lutar procurando sempre o caminho correto que sempre, óbvio, é o mais difícil.
Estou cansada demais de cuidar.
Cansada demais de prover.
De envergonhar-me pelos fracassos.
Estou cansada de ter que avaliar-me em busca do aperfeiçoamento.
Estou cansada.

O cobertor parece pequeno demais para o tamanho do frio.
E reconheço que sempre pode piorar.
Frequentemente tenho provas disso.
Mas tambem vejo ao redor que pode ser melhor.
Por que estou sempre no limite?

Estou cansada de ser traida,
Cansada de ser usada
Cansada de nunca conseguir fazer o bastante
De estar sempre devendo, por mais que faça
Devo a própria vida?
Então...

Estou cansada de colocar lentes cor-de-rosa para tolerar o mundo que vejo.
Estou cansada do mundo que vejo.
Cansada da fabricar esperanças vazias.
Cansada de ter esperanças,
Das minhas incertezas, fraquezas.
Estou tão cansada...

"nada sei"


Estes últimos dias, do Natal até agora tem exigido de mim uma quantidade de decisões, que envolvem outras pessoas, que envolvem minha vida presente e principalmente as vidas futuras, se é que não somos apenas um acaso resultante das combinações aleatórias de moléculas e átomos, decisões estas que se perdem entre tantas possibilidades. Fico pensando que , e absolutamente não concluo nada, se seriam as provas que estou enfrentando testes para provar meu amor pelo próximo ou se para testar meu amor e respeito por mim mesma.. Porque se eu optar, como tenho feito, pelo bem estar da "próxima" estou decretando minha angustia, mal estar e desespero, porque, confesso, não sou capaz de alegrar-me apenas pela alegria do próximo quando minha existencia está mal. E é isso que tenho produzido. Não sei viver sem um mínimo de liberdade sem adoecer. Já vi isto acontecendo antes, algumas vezes. Não separo a essência da existencia. Penso que ao interagir corpo e alma, estamos obrigados a beneficiar tanto um quanto outro, até porque se o corpo vai mal, a mente idem, já diziam os clássicos. A alma também, digo eu. Talvez eu pense desta maneira, porque assim justifico minhas emoções, que não controlo. Meus desejos, e só tenho aqueles que são fundamentais, estão sendo destruidos. Os sonhos?
Não tenho merecimento? Ainda ? Ao chegar pertinho, quase alcançar, sou puxada para tráz pelo peso da ancestral. Dá para pensar.

"Não apresse o rio, ele corre sòzinho"

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Recursos


Descartar ou reusar, reciclar ?
Alem do lixo que produzo, procuro minimizar as marcas que deixo, os recursos que uso. Assim com a eletricidade, por exemplo. Quando foi determinado um sistema de cotas de uso máximo de energia elétrica, eu ja não tinha o que reduzir, pois o número de eletrodomésticos ja era abaixo da média da classe média. A luzinha vermelha não ficava em nenhum momento acesa na casa. Não uso freezer alem da geladeira, nem microondas, forninhos, processadores, o que for. Apenas a lava-roupa é um supérfluo-indispensável e o carro... Ah! Embora eu procure racionalizar seu uso, aqui já confessei extravagâncias...Viagens com nenhum passageiro alem do motorista - eu. Mas no total, no olhara ao redor, ainda tenho créditos de carbono, de sobra. P'ra classe medianamentemédia. Mas na racionalização de uso de energia, tive que recorrer a velas para iluminar a casa para as atividades básicas e mesmo assim ultrapassei por duas vezes a cota.
Roupas? Uso de 10, 20, e até mais, anos atras. Modelos clássicos, roupas indianas, quando não está na moda, tenho HORROR de moda. Todo mundo igual. Não há identificação pessoal, apenas dos grupos de pertencimento. Quando a roupa esta no fim, é porque nem mendigo usaria. Pois ainda usei em atividades da terra, jardins, horta, após cerzidos, remendos, bordados, apliques. Exagero? Nem nos bordados, nem na reciclagem.
Tudo bem, posso ser considerada exagerada, radical, e olha que não sou não! Já vi ecologistas radicais, ecochatos, patrulhando patrulhando. E já convivi com ambientalistas hipócritas, tipo multovocemaseufaço. Mas penso que, se cada um diminuisse um pouquinho seus residuos, se aplicasse a sua vida modos de consumo responsável, quem sabe nossos descendentes ainda poderiam apreciar um pouco das belezas da Mãe Terra, Gaia.

Compromissos


Quase diàriamente chego até o pc, abro o blog, vou à página de postagens, olho, penso em tanta coisa importante sobre as quais poderia ou deveria falar, mas tudo está dito, centenas, milhares de vezes. E tudo já foi lido. Se entendido, compreendido ou submetido à alguma reflexão, aí é outra coisa. Mas está tudo ao alcance de um click. Sou então absolutamente supérflua, não fosse ser uma pessoa que age, reflete e "está aí". Por isso, talvez que acabe me direcionando ao particular, muito particular, ao pessoal, meu umbigo e outras parte do meu ego. Não sou supérflua para meus amigos, acredito. Os daqui e os de todo lugar. Porque sem duvida e por muito tempo, fiz diferença. No trabalho, e na vida doméstica.
Então, reciclo lixo há décadas,mesmo quando era dificílimo descartar o material lixo e que me levava à peregrinações, papéis lá, nesta organização, pets acolá,vidros. Houve tambem um grande período onde a produção do lixo era mínima. O maior trabalho e cuidado nas compras do mês para minimizar o que seria descartado. Tempos bons aqueles...
Há muuuito tempo, desde antes de ser moda, recuso sacolas plásticas, ou uso-as de forma otimizada. Ao responder no balcão -" Não, obrigado, muito lixo no planeta ", via olhares espantados, horrorizados, zombeteiros a maioria. " Mulher doida", eu lia em seus olhares. Hoje estou na moda e, ao contrario do que faço em outras situações onde o que faço ou uso vira moda e eu deixo de usar,neste caso, sou obrigada a manter ou melhorar minha posição.
Mais sobre isso, eu conto depois. Se interessa a alguém ? Certamente não. Mas se ao invés de lixo eu falasse de sexo, aí...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

domingo, 10 de janeiro de 2010

EI! O Blogger esta trocando uma das palavras de ordem! Chega a ficar sem sentido!
NÃO! EU ESCREVI "A ORDEM DAS PALAVRAS"

Tessaloniki







Tessaloniki: paisagens surpreendentes e um contexto humano idem. Não sei bem porque, nesta região, adoeci. Não ficaram sabendo, apenas, talvez, viram algum sintoma. Mas a região é muito mais do que esta aridez, ou pontes sobre leitos secos de rios... É muito mais que a história relatada na arte ou religiões dos povos que por ali passaram, ou permanecem, ou nos registros geológicos deixados pela Terra.
Segundo me contaram, a cidade portuária ganhou o nome, de uma irmã de Alexandre, que foi assim chamada porque quando seu pai, Filipe da Macedônia, chegou da conquista da Tessalia, encontrou a filha nascida, e que foi então chamada de " Vitória (niké) na Tessalia" = Tessaloniké


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Presa em casa, fico me perdendo nas lembranças, nas recentes e antigas, como eram de fato ou já transformadas pela força dos processos mentais. Nas saudades. Rolo fotos no écram, viro páginas de antigos álbuns e, sim é muito bom brincar disso, pelo menos as vezes. Enquanto resistir ao cárcere imposto por regras e leis sociais que me impõe cuidar como filha, de quem muito pouco cuidou dos filhos e que, certamente, jamais os amou, dando provas claras disso, inclusive afirmando-o muitas vezes em seus discursos e que agora força cuidados utilizando os mesmos jogos em que se especializou: chantagens, intrigas, e quais recursos se mostrem úteis, não importa a quem doer, desde que satisfaçam seus desejos.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

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" Que haja no ano que vem um beijo gratuito para cada um, e cada um colabore ativamente nesse sentido " ( Paulo Brabo ).

domingo, 3 de janeiro de 2010

EI, VOCE AÍ!

Ningúem mais se mostra?

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É com voce que estou falando.

Fale aqui do que lhe apaixona. Quero saber de voce.

.Rubinho Osório disse...
Um por-do-sol como esse que vc postou abaixo;

Praia, mar, céu azul, areia branca, sol;
Matas verdes nas encostas dos morros, passarinhada alvoroçada;
Fazer amor com a mulher amada, estar com os filhos;
Ler, ler, ler, inclusive, e especialmente, o que escrevem meus amigos.
Tá bom ou quer mais?
Um ano 10 pra vc!

4 de janeiro de 2010 16:11


oimpressionista disse...
Ver pessoas sorrindo em paz à minha volta; saber que, ao menos às vezes, eu posso causar tais sorrisos, sem desmanchar nenhum outro. Poder sorrir.

(o melhor que pude fazer, pois é uma pergunta profunda e difícil, pelo menos para mim)

14 de janeiro de 2010 20:03

03/01/2010


"Ano Novo, vida nova", MESMO. Eu que nunca acreditei que ano mudava de fato, ou que algo mudava com a mudança das datas, não acreditava que existisse alguma magia, alguma sequência de eventos aleatórios ativadas por alguma data. Mas quem sabe, ativadas por algum fenômeno de comoção coletiva...Eu, que "cuspia p'ra cima", afirmando categòricamente que ano novo, resoluções, renovações, nada disso se manifestava dessa forma, aqui estou, com meu novo ano totalmente diferente do que jamais pude esperar, e, menos ainda, desejar. Necessàriamente tecendo projetos de vida compatíveis com minha atual realidade, com as circunstâncias que me atropelam desde o Natal. Bem se diz que quando se quer fazer Deus dar boas gargalhadas, é só formular um projeto de vida. A Omnisciência sabe que "não vai rolar". E quanto mais empenho no projeto, mais risadas. Te apresenta pedras no caminho. Penso que até joga algumas. No desvio, perde-se o rumo, a trajetória fica temporàriamente como que desorientada, até que novas estradas sejam descobertas, assim como os meios para percorre-las.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Papai Noel e o presente surpresa

(foto: entardecer em Delphi)

Lembram que Natal passado pedi ao Pai Natal Noel "tolerância" e ganhei? Fiquei um tanto boazinha... Bem, este ano, no meio de tantos probleminhas, esqueci-me de fazer o pedido, e então, surpresa, 23:00 da noite de Natal, meu irmão telefona-me de São Paulo, avisando que estava indo para a rodovia Presidente Dutra ( Rio-Sao Paulo), aquela hora, para trazer-me nossa mãe, presente de Natal? Ela aprontou tantas, que o "grand finale" se deu no meio de uma ceia natalina, tipo "ela ou eu" e entendo o desepero, imagino os gritos, vejo a cena, porque conheço bem a pessoa e os danos de que é capaz. Ficou lá quatro ou cinco meses. Antes, 10 anos na casa da minha Santa irmã mais nova. Bem, ganhei de natal, assim, com minúscula, no meio da madrugada, a velhinha. A ficha ainda não caiu, nem sei se estou em estado de choque, imobilizada pelo pânico, perseguida pela culpa, afinal, trata-se "da mãe", ou simplesmente estou despreparada materialmente para recebê-la (bem como psicològicamente). A casa, estabelecida como caos, e nem posso mais sair, um pouco que seja, viajar, enquanto não conseguir um esquema de cuidadores.
Este ano, que eu experimentei o tal "espírito natalino", montei árvore e decorações com os netos, dias antes, fui até comprar lembrancinhas, ganho isto? Papai Noel, pô! É isso que eu mereço?

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