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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

De volta, eu acho



Ontem, enquanto me dirigia de minha casa (1), para meu jardim (2), atravessei a cidade, e os lugares que eu percorria não eram aqueles que eu via. Por alguma magia da minha mente, o que eu sentia ou revia eram os lugares de minha infancia e juventude. Ruas que nem eram calçadas, lojas , magazines, que encheram de cores e desejos, e porque não, aventuras, a minha infancia, lugares que visitava de mãos dadas com minha mãe, tudo aqui novamente, através do brilho de sol que trouxe a manhã, refletindo nas árvores e rios do centro da minha cidade, a memória de toda uma vida. E estive feliz como se é feliz na inconsequência da infancia.

(1) a alugada
(2) a área de litigio(?) com o Parque Nacional (ou busca de acordo)



POR ONDE ANDEI ESTAS SEMANAS ?

AQUI





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7 comentários:

Ivo Korytowski disse...

Obrigado pelo comentário simpático deixado na postagem sobre o Cemitério São João Batista do meu Literatura & Rio de Janeiro.

Rubinho Osório disse...

Assim que eu li o comentário esperto e sempre bem-vindo, corri pra cá, mesmo sem o bloglines acusar nova postagem, na esperança que vc voltara. E não é que voltou?!?!?
A felicidade da criança só é felicidade por ser inconsequente. A do adulto é arremedo de felicidade. Mas quando deixamo-nos "voltar a ser criança", então sentimos esse maravilhoso gostinho novamente.
Bem vinda!!!

tossan® disse...

Estas fotografias estão ótimas! Moras em paraíso viu? Bj

PS: Gostei muito da lembrança. Desculpe o atraso.

São disse...

Gostei de saber do regresso, que espero seja de cal e pedra.

Abraços.

samuel disse...

Nessas "viagens" todas as coisas parecem mais pequenas do que nas nossas memórias... mas nem por isso deixa de ser um encantamento.

Abreijos.

Dona Sra. Urtigão disse...

OLÁ!
É, um regresso claudicante, pois ainda estou em máquina emprestada, até quando nem sei, mas com um pouco mais de "abuso" ou direitos, talvez.
Ivo, não sei se falei do blog da Martha Von Thorman, "Arte cemiterial"?

Rubinho, mesmo Malas, vem e vão.

SaO, tão forte quanto as certezas da vida...

Samuel, viagens, memórias, distanciamentos, valorações, tudo isso é muito bom de papear...( Para Portugal, não sei qual a expressãode uso corriqueiro que dá a mesma ideia, 'jogar conversa fora, conversar a toa,)

Mas certo é que sinto saudades daqui e do que considero já amizades estabelecidas.
ABRAÇOS.

Dona Sra. Urtigão disse...

Ops! Parece que esqueci do tossan, não, foi inabilidade com o laptop, que não controlo e me deixa nervosa...

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