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terça-feira, 5 de maio de 2015

É só para mim, para lembrar como tudo aconteceu


Fudeu!  Depois daquele evento estranho, onde o rosto querido esteve, por minutos,  fora de quadro dos conhecidos pelas memorias, não sei se por ele, a privação voluntaria de sono que o precedera, ou se ele marcava, marcador, eu lutei certo , e até um dia quase me afoguei, me apavorei e passei , e nem era nas canoas que remava, banana brinquedo no mar, saí com mais medo, salva por pessoas, pela ajuda, eu sei, mas passei, mas as coisas quebram, o dinheiro falta,muito e sempre, exceto no pouco tempo que teria, existiria para nós e que  foi aquele tempo, quando me foi tirado, espancada, ameaçada, violentada e de novo, e.... E me sinto humilhada por ter que pedir ajuda, a desculpa é que estou terceirizando o beneficiário (as), que vergonha , vaidade capital que me faz sentir humilhada, e  , por mim mesma unicamente, hoje, açoitada. Vergonha por ser alvo da generosidade genuina, o ficar sem carro, mesmo com carro  emprestado, cedido com amor, e que tambem quebra, mas  foi porque usei tanto, muito, uso mal, não sei, não tenho dinheiro para ter carro, não posso mais, ou ter que voltar aos plantões, do meu trabalho, à prisão da dor e impotência, onde o não feito é maior do que o feito, e isso dói tanto, e o medo da violencia, qualquer violencia me apavora, mesmo  na tv, eu choro,  e pior ficou depois daqueles anos em que a sofri.
  Os termos, as palavras me fogem, escapam, desaparecem  e voltam, com maior frequencia, até nomes queridos, palavras de uso comum, é o estress me dizem, eu sei, ele o gerador do alemão aterrador, cujo nome eu lembro, mas não quero falar.
  E o pânico criado gera mais medo que gera mais fuga das palavras que quero pensar. E choro e me desespero, tantas coisas eu quero, eu sonho para viver, então a vida se mostra em seu aspecto dificil, estou velha, dá para retardar, mas não impedir articulação de doer, enrigecer, coração, ou figado de falhar ou sei lá, são tantos a se desgastar. Cada vez mais o Tempo se faz juiz das escolhas.
  E eu penso, vivi aquele tempo, a violencia, terrorismo psicológico, hematomas a esconder, ameaças de morte, vivencia quase fatal das ameaças, mais de uma,  mas lutei, sobrevivi, não venci, pois das sequelas  não escapei, e vivi então tantas maravilhas que nem imaginava ser possivel e tenho esperança, mas aí vou sendo obrigada a aceitar perdas de coisinhas  e para mim muito significativas, carro, óculos de grau escuro, a fotofobia não me auxilia ver de dia, a máquina de lavar, esse sempre o derradeiro desespero nessas series que me ocorriam, hoje nem tanto, tenho pouca gente e roupa para limpar, falta o chuveiro elétrico, aqui é quente a água, tenho medo então de um incendio, sei lá, já que o chuveiro em falta não é desespêro, como na serra, obrigações de desapego, ou na revolta,  o castigo, a doença, essa, a que se esgueira, que, avaliada em seus multiplos aspectos, tem bem a ver.
 Falta de perspectivas emocionais que justifiquem e equilibrem um passado que não merece  ser lembrado, ao balanço feito por sei lá quais mecanismos mentais. E eu quero a esperança, que aprendi, só se sustenta quando algum sonho se torna realidade, para equilibrar aqueles esfacelados.  É esse o ponto. Sonhar, desejar,  e pra que, se nunca irá acontecer  nessa lógica material. A Vida, o Acaso, as Divindades,  não querem mesmo. Tem que ser como eles querem, eles determinam, ao final suas forças se mostram maiores do que as minhas solitarias. E isso eu vi, nenhum erro, minimo que seja, será perdoado. Como pendurar óculos na gola da blusa, a alegria do canino adotado pegar, roer em segundos. Todos os danos são decorrentes de erro minimo. E essa postura das Forças que se dizem o Bem,  me fazem querer saber da versão daquela Outra, sobre a ruptura, a queda, a Divisão. Isso não é um bem, dobrar ou quebrar, esse o tal Livre Arbítrio, livre para quem ? É pegar ou pegar . Então me firmo e sustento no trabalho, devoção dedicação ao bem do outro que atravessa meu caminho, o alivio que posso causar, mas alguma coisa está dando errado, muito errado comigo, porque estou revoltada. Me perdi no caminho ?
   Não vencido ainda o medo, o primeiro inimigo da Liberdade, estou prestes a ser vencida pela Velhice. Porque me recuso  a aceitar algumas regras do caminho que escolhi.  ( P$%#@), mas se  a  meta é Liberdade ?

2 comentários:

rubens osorio disse...

Calma lá! Muita calma nessa hora... Esse texto é pra ler de-va-gar. Vou ter que ler de novo. Li-o de supetão, sem tomar fôlego... parecia uma alucinação... minha ou tua, não sei.
Quem sabe na próxima leitura me situo e faço algum comentário relevante. Ou não.
Por enquanto: "aguenta firme!!!"

Dona Sra. Urtigão disse...

Pois é, calma, devagar, mas subitamente coisas se atropelam, e precipitam acontecências que me assustam. Muito. Por hora, apenas observando, com todas as medidas recomendas em andamento. Deve ser paranóia e estresse. Né ?

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