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sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Cadernos de Campo

Sentir qualquer dor é o meio mais eficiente para promover reflexões sobre vida e transcendência.
Se a única perspectiva for a de uma vida como acaso biológico, quando a dor torna-se constante ou acarreta restrições físicas, por que insistir ou persistir ?
Se a vida é aprendizado, ao mesmo tempo que as provas podem promover avanço, podem acarretar fracassos. Pode então ser favorável a interrupção num dado ponto, com o sucesso obtido. (Saber sair da mesa de jogo )
Se a vida for expiação em uma roda de encarnações,por que não interromper e dar prosseguimento um pouco adiante, um pouco descansado, talvez, mas com o privilégio do esquecimento.
O que resta a um corpo dolorido, com uma mente cansada e um astral desiludido ? Contas a pagar ?
Mas então a dor passou, novamente.


Em 26/11/08

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2 comentários:

Rubinho Osório disse...

Não gosto de dor, minha tia dizia que eu era muito "patife" pra dor... sei lá o que isso quer dizer.
Mas nós não sabemos o dia de amanhã e a dor insuportável ou incurável de hoje pode passar ou ser curada amanhã. Portanto, teoricamente, acho que vale a pena persistir.
Salvo engano!

Dona Sra. Urtigão disse...

Rubinho,
como sempre palavras sábias, até a duvida...hshshs

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