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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Eu, grega


Como não podia deixar de ser a chegada a Grecia foi...escandalosa. Sair do aeroporto, pegar o Metro, tudo bem, mas sair do metro, nao encontramos elevador, apenas escadas rolantes ENORMES. Com carrinho de Bebe e montanha de malas so um pouco menor. Bem, Ana sobe a escada com o carrinho e o Bebe equilibrados, chegam a salvo ao topo. Eu entro na escada com duas mochilas as costas, a direita e esquerda, empurrando a mala enorme com outra em cima e a mochila do Bebe no monte. Desequilibra-se tudo quando as escadas se formam, apoio-me contra o corrimão, num equilibrio precarissimo, e começo a intentar mentalmente que não desabemos tudo! Uma eternidade e chegamos ao topo. Ufa! Em frente ao elevador para subirmos a outra etapa, o Davi gritando de excitação, vejo no reflexo da porta alguem caminhando rapidamente em nossa direção: Felipe, exclamo. O pai do Bebe. E logo atras, correndo, o Gabriel. Estavam no andar de baixo e ouviram os gritos do Davi, subiram correndo. Tornou muito facil encontrarmos a hospedaria onde ficariamos durante a estada em Atenas. Eles, chegaram cedo do Brasil, ja estavam instalados. Bem pertinho da Acropole.
Agora compreendi porque um senhor, grego, que encontramos no avião, que disse morar metade do ano na Inglaterra, onde vivem seus filhos e a outra metade na Grecia, afirmou que iriamos achar a Grecia muito parecida com nosso pais. Raramente encontramos alguem que fale ingles, mesmo em importantes terminais de passageiros ou turismo. Se não fosse uma noção muuuito rudimentar de grego, que me permite transliterar as palavras (como lamentei não ter me dedicado ao estudo do grego quando houve uma oportunidade, e apenas ter "passado por cima"), varias vezes teriamos tomado rumo errado. O que não seria catastrofico, mas nosso tempo era curto.
Mas voltando as aventuras. Nossas instalações na hospedaria eram um apartamento de quarto, sala, cozinha e banheiro.Banheiro! Porque náo contei antes, no dartington, o banheiro era coletivo, com um Box minimo, impossivel entrar com o Bebe, para seu banho, dai que optei pelo banho dele na pia do quarto, coitadinho, parecia uma sardinha na lata, mas o espaco era seguramente maior do que no banheiro. Na casa dos amigos, onde dormiamos não tinha banheiro, teriamos que atravessar todo o jardim, a noite, enfrentar o cachorro que dormia na cozinha, que certamente iria ao menos latir e acordar as pessoas da casa ou atravessar o patio entre as casas e ir a casa dos nossos hospedeiros. E uma das noites, a cada vez que Davi tosia, vomitava. Em Atenas, um banheiro exclusivo. Oh gloria!
A Acropole, bem, é a Acropole. Andamos muito, exercitamos a imaginacao, fundamentada nos conhecimentos históricos. Depois descemos ate a velha Ágora, visitamos alguns outros templos,alguns locais onde Apóstolos pregaram aos atenienses, a noite, exaustos,ao quarto e banho longo, sem culpa pela escassez da agua europeia, afinal, eles nos tiram tanto...No dia seguinte, visita ao museu, ao meio dia, um carro alugado, onde levamos quase uma hora para encaixar a bagagem, para continuarmos o passeio.
Nao posso deixar passar em branco a alegria do reencontro dos dois irmáozinhos, na estacao do metro. De me levar as lagrimas.

Um comentário:

Rubinho Osório disse...

Grécia... que maravilha! Espero um dia conhecer. Meu filho havia mencionado que lá quase se não fala inglês. Mas, quando lá chegou, a primeira coisa que ouviu foi... o Bonde do Tigrão, por um alto falante de um carro publicitário!!!

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