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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Nem sei


As vezes um caminho muito conhecido de tanto que foi trilhado, começa a trazer estranhamento; a mesma pedra onde sempre tropeço, parece ter mudado de lugar, ou será que acaba por ficar oculta entre tanta poeira levantada, sedmentando um caminho enquanto passam-se os anos do meu caminhar, enquanto arrasta-se meu aprendizado, enquanto nem tropeço, pois quase não ando mais, carregando meu corpo em um arremedo do que teria sido, outrora, um andar apressado, tenho muitos lugares que ir, tenho demais para aprender, o tempo? Está sempre brincando de ocultar-se, de desaparecer quando é mais necessário, ou quando eu mais gostaria de comandar as possibilidades e de ver tudo sob todas as perspectivas. E nestes tempos que as portas ficam fechadas. E os caminhos se voltam sobre si mesmos.

2 comentários:

Gaspar de Jesus disse...

DONA
Quanta saudade!
Tenho andado num corre corre, mas estes dias tenho estado por casa por conta de uma arreliadora gripe.
Hoje felizmente já consigo estar algum tempo ao computador e a sua visita deixou-me muito feliz.
Parabéns por continuar a publicar com muito bom gosto.
Bjs
G.J.

Rubinho Osório disse...

Sempre há brechas... afinal "caminante, no hay camino, se hace camino al andar".
Esqueça o tempo. Ele não existe... (já dizia James Taylor na canção "The secret of Life")

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