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domingo, 5 de junho de 2011

Por onde ando? Andei ràpidamente nos outros sítios e hoje estou em casa



Sem tempo nenhum para escrever, sequer para pensar além dos algoritmos de sobrevivencia - trocar fralda ainda não tirar casaco está ficando frio  comer tomar água ou suco como convencer dois meninos a tomar banho sair da praia não descer da passarela de observação não querer só bala desligar a televisão a passagem na cidade grande do Rio de Janeiro na viagem de volta, almoço com os tios a chegada em casa e finalmente a tristeza da despedida e uma saida quase em fuga, porque não quero chorar na frente deles.


Meu pc esta tão fraquinho, tenho corrido muito por conta de minhas e não minhas necessidades, a casa é infestada por diversas especies de mosquitos - e outras pragas...bem isto ia sendo complemento a uma resposta a um comentario e que foi virando lista de reclamações, hoje meu primeiro dia sòzinha, sem os meninos apos duas semanas, dia de reflexões ( que sempre se iniciam durante o longo percurso de minha volta para casa) e não param, avaliações de desempenho, estratégias de correção, projetos futuros para manutenção do equilíbrio, sentimentos...
 
Quando penso que terei que defrontar-me com minha tristeza, alguem vem e me conta algo, uma fofoca descoberta na rede, mais triste ainda. será possível ? Nem posso dizer o quanto lamento tanta imaturidade, casais que não aguentam o tranco de uma paternidade/maternidade. estou triste e zangada. Afinal assim sou, muito zangada.
 
Na viagem de volta que eu não queria voltar, meu carro deu problemas ou será que eu sabotei ao prepará-lo para a viagem ? - Fui pôr água no reservatório de refrigeração, e a 100km de casa, anoitecendo ele superaqueceu. parei muuuuuuitas vezes, esfriar um pouco, pôr mais água, até que um filho ao telefone disse: - tem que esperar esfriar muito - e disse um tempo. Esperei algo entre pouco e muito, não sei ficar parada assim, tensa. Caminhar? Eu conseguira chegar à beira mar...Mas chovia muito. Então esperei médio e segui, sem problemas, cheguei duas horas depois do previsto  e alem do momento em que precisaria ter chegado. ( Talvez)
 
Aconteceu: como não confio em computadores, guardo minhas fotos no cartão de memórias, nunca deleto e faço outra...MEU CARTÃO ACABOU LÁ  EM MINAS !!!!! Não pude acalmar o espirito fotografando na volta e só por isso o pôr-do-sol que passei foi dos mais deslumbrantes. Além de outras visões.

6 comentários:

Chiz disse...

Sempre bom tê-la de volta, Sra. Bem-vinda.

Beatriz Fig disse...

As vezes é melhor saborear o pôr-do-sol e guardá-lo só pra vc (e confiar na memória), do que sair fotografando e nem aproveitar tanto.. Acho que já falei alguma coisa assim aqui... =)

Rubinho Osório disse...

Carro é uma merda, né? Mas já se imaginou sem ele? E as tuas viagens, como seriam? O melhor é se conformar com o fato que ao usar tanto o carro, alguma hora ele vai dar problema. E aí, paciência!!!! Abs

São disse...

Bem regressada seja, que já tinha saudades suas!

Zangada? Não, atenta à realidade e reagindo conforme. Mas aó é que eu acho que seria bom, que não reagissemos assim tanto...afinal , nada resolvemos, né?

Usei o plural, porque sou semelhante, rss

Um abraço, querida Amiga.

Dona Sra. Urtigão disse...

Ôô Rubinho, tô reclamando do carro não, ( continuou esquentando em outra viagem e o mecânico muito bom de lá não descobriu o defeito, e esquentou de novo na volta,) mas tô reclamando é pruque vô tê que trabaiá de novo di imprego pra móde tê carro di passiá e pudê cunsertá...

Fabrício Santiago disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Fabrício e cheguei até vc através do Blog do São. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir meu blog Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. Estou me aprimorando, e com os comentários sinceros posso me nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs

Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.

Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

Abraços

http://narroterapia.blogspot.com/

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