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quarta-feira, 11 de março de 2009

Vim de uma visita ao blog d'oimpressionista, onde está uma materia excelente sobre a atual situação do Tibet, e que me fez pensar na questão da liberdade. Que Universal seria este, se o que vejo é sòmente a liberdade de escolha de seu jugo. Sei que vão dizer, "mas no mundo ocidental, somos livres" ou que é bom viver em uma democracia, mas pergunto, será que não percebemos os grilhões que nos atam ? No mundo chamado livre estamos prisioneiros das injunções do TER. Em todo o tempo e lugar, somos prisioneiros de necessidades criadas para indução ao consumo para que o tal sistema, capitalista, possa se sustentar. Trabalho intenso, com carga em tempo e esforço não alterada pelas tecnologias que surgem, teòricamente para o alívio da escravidão do homem ao trabalho, mas que o escraviza da mesma forma para que possa ter acesso a esas mesmas tecnologias ou outras análogas. Quanto mais coisas existem para nos dar liberdade, de mais coisas somos feitos prisioneiros. E presos pela nossa própria vontade ou desejo. Numa ânsia de seguirmos mais e mais a frente ( significa possuirmos mais e mais), não percebemos que vamos nos tornando mais pobres, não só no sentido atribuido pelo Prof. Milton Santos, da carência dos bens materiais inacessíveis, mas pela carência dos bens que Epicuro classificou como sendo os bens não essenciais mas necessários, aqueles que dinheiro não compra, afeto, amor, amizade, paz, alegria, tranquilidade...
São os Tibetanos livres? Sob quais aspectos? Somos nós, livres? Sob quais aspectos ? Portanto não posso considerar Liberdade como um bem maior ou absoluto, pois é necessário conceituar de que liberdade estamos falando. E onde conceituamos e definimos, estabelecemos limites, o que em si já não é Liberdade. Outro conceito que não consigo entender. Como Ética, o Belo, o Uno... Deste, eu falarei logo.



Tenho mesmo dificuldade em compreender os assim chamados Universais.
Mesmo o menos sujeito a críticas, me foge a compreensão. Como posso entender o UNO se para que ele seja percebido ou entendido, há a necessidade daquele que percebe ou entende, e que passa automàticamente ao lugar do outro, do dois, do não Uno ?

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2 comentários:

Rubinho Osório disse...

A busca desses ideais que vc mencionou: liberdade, verdade, ética, etc é caminho sem fim. Iludido está quem pensa ter alcançado a liberdade, ou entendido qualquer outro desses conceitos. No entanto, são essenciais ao homem e devem ser buscados como quem tem sede procura água. O valor deles não está em achá-los, mas na busca... o homem que deles desiste, desiste da VIDA.

Dona Sra. Urtigão disse...

Rubinho,
com certeza, voce está certo

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