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sábado, 11 de abril de 2009

Relatorio




Em meio a tanta correria pelas estradas que me aproximam dos filhos e demais membros da família, tenho o privilégio de ver cenas belíssimas, a maioria delas não consigo fotografar, ficarão só em minha memória. Algumas trago, talvez para que não me esqueça de como é boa esta vida.
Assim, ao ir para a roça no fim de semana passado, encontrei uma belíssima manhã em prata e anoitecer em ouro. Quatro dias depois, já no litoral, a mesma coisa. E tudo o mais em cores mil, entre um e outro.




(E quando cheguei aqui, há pouco, vejo que a chuva fez uma imensa goteira, em meu quarto. Tudo molhado e com cheiro...ruim. Ainda sem poder fazer balanço total dos estragos, pois estou sem luz elétrica no dito cômodo. Tambem consequencia da chuva que não vi.)

Preciso reduzir o número de casas. A forma mais prática seria fechar a minha, dividi-la pelos outros lugares, pois nem minha é.
Mas reluto em dividir minhas traquitanas, como se meus objetos todos tivessem criado alma e afetividade e portanto sofreriam com a separação. Sensação decorrente, talvez, das vezes em que separei objetos, separaram-se, como os casais que com eles conviviam. Separei-me diversas vezes de minhas coisas, daquelas com as quais convivia. Da primeira vez, quando separam-se meus pais, a segunda quando eu sai de casa, criei outra ao casar-me a primeira vez. Que teve um fim, como a segunda e terceira vezes. Casas - no sentido domicilio, embora pareça trocadilho, e des-casas. E a construção e desconstrução ( não no sentido filosófico, pós moderno, mas no popular, de quando voce faz e desfaz). Mais uma vez vou desfazer. Parece-me que, dessa vez, separo-me de mim ? Ou foram assim sempre, a cada hoje separo-me de eu-ontem. Então, eu que sou tão apegada, lição que deveria ser simples e que não aprendo, mais uma vez terei que desapegar.
Será assim.

***
Já estou até gostando...Um pouquinho, a principio, mas estou gostando um tanto a mais a cada dia. Começo a convencer-me que não estou perdendo a totalidade, mas multiplicando(-me).

4 comentários:

RICARDO BLAUTH disse...

alo GURIA.....
quero dizer... SRA DONA URTIGÃO

QUERIDA AMIGA
PERMITA-ME CHAMÁ-LA ASSIM
SEI A SENSAÇÃO
DE APEGAR-SE A "COISAS"
TAMBÉM EU NÃO SABIA
COLOCAR PREGO TORTO
E ENFERRUJADO FORA

GUARDAVA TUDO
DE FORMA ORGANIZADA
UM GRANDE GALPÃO
COM ELAS OBRAS DE ARTE CRIAVA

AGORA ESTOU
ME LIBERTANDO DE TUDO
QUERO "VIAJAR-VOAR-CRIAR"
MAIS SOLTO, MAIS LIVRE
DESAPEGADO MAIS TEMPO
PARA AMIGOS

VA EM FRENTE, ENFRENTE
COISAS BOAS TE ESPERAM, ESPERO

ABRS

Dona Sra. Urtigão disse...

Agradecida, Blauth

ROSÁLIA LERNER disse...

Boa Páscoa querida amiga.
Não sei comemorar nada, só sei que quando decifro e destrincho um problema e fecho uma questão, abro 5 minutos para comemoração,pois logo me vem algo à mente para emendar na confusão que requer nova solução.
A B R A Ç O
E a propósito da sua postagem da maravilha do universo com um mendigo no inverso...cadê Senhor uma solução?
è longo o caminho de uma criatura que não teve (?) ou não tem nenhuma estrutura.sei lá vai saber.

Dona Sra. Urtigão disse...

Rosalia , trata-se de escolhas ou será predeterminação? Havia com ele, uma pilha de livros manuseados, fiquei envergonhada de tentar ver os títulos, depois me arrependi, e um quadro, que retocava intermitentemente.

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