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domingo, 16 de maio de 2010

As mesmas questões...



À frente, a rodovia, aos fundos, uma ferrovia. Entre elas, a liberdade de viver, ou, a compaixão e justiça do Criador. Ah, o livre arbítrio que fez com estas crianças escolhessem nascer em condições tais. A opção pela graça do Senhor.



Deus proverá?
É mais fácil para mim, ante condições como estas, acreditar em papai noel ou coelhinho da páscoa. E como o materialismo puro e simples, tambem me parece ter falhas lógicas, fico com a hípótese que me parece mais plausível, alguma das teorias reencarnatórias.

4 comentários:

Meio Cheio disse...

Às vezes é dificil acreditar em alguma divindade mesmo por isso...eu prefiro acreditar nos humanos...para o bem como para o mal...e com gestos simples a vida de tanta gente podia mudar...bastava tentar!

Beijo*

Pimenta disse...

Ai, em todas as grandes questões humanas, usamos a inteligência para encontrar razões e justificativas para aquilo que não compreendemos ou que parece não ter sentido,e adaptamos o fato a uma crença para conviver com a questão de forma que ela se torne ao menos confortável.
Mas isso não significa que sejam verdade, ou que tenhamos achado o senitdo da coisa.É apenas o que escolhemos acreditar.
Escolha, e viva isso.
Somos muito pequenos e ignorantes para ambicionar a verdade absoluta.
Conforte-se, de acordo com a sua grandeza e suas tendências.
Cruel?Muitos me dizem que sim.Mas livre,com certeza.
Bjos

Le Vautour disse...

Diphícil, né, Colega?
Deus não pode intervir. Se interviesse, isso não estaria assim. Mas que o mundo está à míngua, ah, está. Nunca vi tanta miséria e tanta disparidade social como hoje! É Roma, já exponenciada ao máximo, é a previsão de Malthus a cumprir-se, é o sétimo selo, a última trombeta, sei lá.
Talvez a palingenesia explique algumas coisas, mas isso não eximiria de culpa os culpados, nem a nossa dor, ao ver isso assim...
Somos crucificados a cada instante, cada um a seu modo, para manter uma aristocracia insana, injusta, inexplicável.
Tristeza

Dona Sra. Urtigão disse...

Meio cheio
Para mim tem sido mais difícil acreditar nos humanos do que nas
divindades, afinal a miseria do homem é produto da ganância de alguns outros humanos. Se cada um partilhasse realmente do que tem, bens materiais ou distribuisse afeto, carinho, certamente cenas como estas não seriam mais encontradas frequentemente. Se os homens que se dizem representantes das divindades na terra, se apenas eles dessem o exemplo com atitudes de partilha e bons e uteis ensinamentos, ja melhoraria muuuito.

Pimenta
em parte concordo com voce, mas não creio que devamos nos conformar com a pequenez. Acredito que somos grandes e que podemos sempre crescer, que para isso estamos aqui, aprendendo e aprendendo, não pela mera sobrevivência, mas para um grande salto de conhecimento e que abusca da vrdade é caminho e obrigação de todos. Nivelar por baixo?

Vatour
essa questão da não intervenção divina ainda me choca,sabe? Afinal,
como mãe, me intrometo mesmo quando percebo um filho em dificuldades ou produzindo dificuldades. Jamais deixei algum queimar-se para ver que o fogo queima, e isso não faz deles pessoas piores, pelo contrario, tendo sido amados e protegido, na medida do impossível, faz com que se sintam mais seguros, amorosos e capazes de amar e auxiliar tambem a estranhos.
Sei não estas historias do pai, ainda não batem...
Abraço, daqui do Mosquital

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