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quinta-feira, 27 de maio de 2010

PAZ



Quando se fala em "amar ao próximo como a si mesmo" duas coisas ou questões me vem ao pensamento, a partir dos comportamentos que observo.
A primeira, uma tendência em remodelar, reformar o próximo para que fique á imagem e semelhança de voce mesmo, e que assim se torne fácil de ser amado.
A segunda, a dificuldade em amar a si próprio, uma tendência a pensar que o próximo deva estar em primeiro lugar, a aceitação em dar a outra face. Ora, se aceito apanhar na face repetidas vezes e desejo ao próximo o mesmo que a mim, isto então não é amor, é apego ao sofrimento coletivo. Desejo ao próximo o mesmo sofrimento que tenho.
No segundo caso, o amor de si e cuidado de si é a base para o amor de todos.
No primeiro caso, mais difícil, a aceitação das diferenças, das variáveis pessoais, estender a mão para que quem está caído se levante para seguir seu próprio caminho, sem pretender arrastá-lo pelo caminho que achamos o melhor, que pensamos que escolhemos para nós.
Aí estaria a chave da harmonia: na compreensão do que nos é estranho ou até aparentemente inaceitável, na aceitação do que classificamos como absurdo e incompreensível. A capacidade de viver, apenas, a vida, amando o que vivemos.
Estas são as minhas chaves, para onde gostaria de seguir, como tambem as chaves do tesouro que gostaria de receber. Em função do mal que sofri.

2 comentários:

Rubinho Osório disse...

Você disse tudo.
Não desista.
Insistir é só o que temos.

Pimenta disse...

Concordo.O amor próprio é a chave para todas as questões.
bjo

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