Prezada colega Urtigão, passei a esta hora só para sugerir que tresler o nome de seu blogue pode indicar uma frase que se inicia por um vocativo muito usado nas décadas de 60 e 70: bicho. Em seguida, viria a adjetivá-la (à Sra.) um aposto explicativo: dama. Finalmente, uma interjeição interrogativa: tá? Assim, o bicho da mata pode estar a esconder uma conclusão que - imaginemos - a dois leitores mais atentos, afeiçoados à linguagem da época mencionada, ficaria assim: Bicho!, dama, tá? Uma dama que se esconde atrás de um apelido. Ut puto. Abraços fortes.
Sir, Embora seu raciocínio demonstre algo escasso na maioria dos seres humanos ou seja uma capacidade de análise de algo sob as diversas formas possíveis, pensar desta forma, ou melhor concluir isto traz sim uma aproximação de uma realidade ( embora não intencional, consciente) de que sou uma velha hippie, porem dama não já que nunca fiz parte de uma elite, sempre tendo laborado a nível de ações e remuneração quase compatíveis com proletariado (embora com terceiro grau e lato senso) e nem exerci atividades de mulher-dama. A questão não trata de nenhuma figura de linguagem ou nada parecido, simplesmente reflete as condições de desejo de realização da existencia, ( e reflete a forma que vem sendo vivida), já que as atitudes dos seres ditos racionais, em geral me afastam do desejo e vontade de interação em qualquer nível. Vejo muito mais harmonia em ambientes ou ecosistemas livres de ações antrópicas. Mas isso está ficando extenso e excessivamente pessoal. Portanto, não pense dquela forma, pois embora muito interessante, não tem correspondencia com os fatos tal como os vejo, exceto para demonstrar o brilhantismo de sua mente. Um abraço, (benzadeus, pois poucas vezes sinto inveja de uma mente)
Cara colega Urtigão, o que me faz admirá-la é o seu poder de perscrutação. Quem faz fichas de anamnese como as suas, não é alguém que devamos temer, senão querer por perto. O seu olhar atento nos flagra em erro e acerto, põe-nos em dúvida, e tudo isso não é atributo de um bicho da mata. Não foi intencional? Ora, o Marcelão que nos diga o que são as parapraxias ou atos falhos. Feliz de quem reconheça, sob a fantasia bem urdida (inteligentemente urdida, melhor ainda) de um simples Urtigão, uma dama (um coração que ama a natureza, os filhos, os netos) de intelecto avantajado e questionamentos que os seres-humanos todos deveríamos ter. Dama, na melhor e mais nobre acepção da palavra. Abraços!
Sir, desculpe-me por não publicar seu ultimo comentário, pois há um certo exagero nas suas afirmações. Porem sentindo-me lisonjeada pela sua atenção e considerações deixei-o salvo em anotações pessoais. Agradecida.
Não há por que pedir desculpas, colega Urtigão. É seu, faça dele o que bem entender. Minha opinião é sincera. Atrás dos rótulos há as pessoas, e a Sra. eu admiro (i) porque não se prende a rótulos e (ii) por ser uma grande pessoa. Abraços!
Ao impressionista Só agora que percebo que deveria ter pedido autorização, mas fiquei tão encantada com o seu trabalho que só pensei em divulgá-lo. Espero que me perdoe e consinta na permanencia dele aqui tambem. O Gentileza fez parte da minha juventude. Diàriamente eu atravessava a av Brasil no local onde êle ficava, para poder ir à aula.
O único que poderia desautorizar seria o próprio Gentileza que, eu acredito, não o faria. De mihha parte fico feliz que mais gente se interesse pelas palavras de Gentileza, neste mundo onde faz tanta falta...
Meu sítio está mapeado em algumas paginas. Assim, o jardim está no reviajando. No re(vi)vendomostro fotos de coisas que vi por onde ando. Nos sonhos e desejos, óbvio, sonhos e desejos. Obichodamata, vive em transformação, mudança de rota, experiencias, de área restrita à família a espaço de bate papo e trocas de ideias e informações, nas aventuras e desventuras dos meus caminhos. A casa nova é laboratório de trabalho. Ainda as estorinhasque conto para os netos. Obicho-da-mata, é a varanda da casa, a sala, a casa, eu, confissões e opiniões, roupa lavando, área de serviço, "autoajuda" , reflexões, quarto de dormir, o passo a passo dos meus passos, um ponto de onde olho o mundo. O espaço da "A velhinha Veloz", onde guardo fotos feitas por onde passo, sem parar, apressada e p'ra não jogar conversa fora, o quarto de guardados. Ah! Tem ainda oSer da Matae oEnte da mata, ambos de fotos, uma ou outra questão. Coisas soltas das matas intrincadas do meu pensamento como a paixão pelas Árvores por aí
E como sou desorganizada em minha natureza, posso as vezes fazer de um espaço o que era para fazer em outro
Quem quiser pode ainda chegar até acozinhae os pátios ou veronde durmo
salve a terra
para você que não quer nos respeitar, óó
( clicar na imagem)
e Ó
__foto:Patica ( Quem conheceu, sabe: chamava-se Tilinda e está sorrindo, na foto)
Todas as fotos dos meus blogs são de minha autoria. Por isso são assim. Não uso programas de alteração de fotos, embora já use câmera digital, com programação manual.
Nas exceções, anoto o crédito, exceto, óbvio, nas indicações de blogs da barrinha onde as fotos são, lógico, do proprio blog.
Se (Professor Hermógenes ) Se, ao final desta existência, Alguma ansiedade me restar E conseguir me perturbar; Se eu me debater aflito No conflito, na discórdia... Se ainda ocultar verdades Para ocultar-me, Para ofuscar-me com fantasias por mim criadas... Se restar abatimento e revolta Pelo que não consegui Possuir, fazer, dizer e mesmo ser... Se eu retiver um pouco mais Do pouco que é necessário E persistir indiferente ao grande pranto do mundo... Se algum ressentimento, Algum ferimento Impedir-me do imenso alívio Que é o irrestritamente perdoar, E, mais ainda, Se ainda não souber sinceramente orar Por quem me agrediu e injustiçou... Se continuar a mediocremente Denunciar o cisco no olho do outro Sem conseguir vencer a treva e a trave Em meu próprio... Se seguir protestando Reclamando, contestando, Exigindo que o mundo mude Sem qualquer esforço para mudar eu... Se, indigente da incondicional alegria interior, Em queixas, ais e lamúrias, Persistir e buscar consolo, conforto, simpatia Para a minha ainda imperiosa angústia... Se, ainda incapaz para a beatitude das almas santas, precisar dos prazeres medíocres que o mundo vende... Se insistir ainda que o mundo silencie Para que possa embeber-me de silêncio, Sem saber realizá-lo em mim... Se minha fortaleza e segurança São ainda construídas com os materiais Grosseiros e frágeis Que o mundo empresta, E eu neles ainda acredito... Se, imprudente e cegamente, Continuar desejando Adquirir, Multiplicar, E reter Valores, coisas, pessoas, posições, ideologias, Na ânsia de ser feliz... Se, ainda presa do grande embuste, Insistir e persistir iludido Com a importância que me dou... Se, ao fim de meus dias, Continuar Sem escutar, sem entender, sem atender, Sem realizar o Cristo, que, Dentro de mim, Eu Sou, Terei me perdido na multidão abortada Dos perdulários dos divinos talentos, Os talentos que a Vida A todos confia, E serei um fraco a mais, Um traidor da própria vida, Da Vida que investe em mim, Que de mim espera E que se vê frustrada Diante de meu fim. Se tudo isto acontecer Terei parasitado a Vida E inutilmente ocupado O tempo E o espaço De Deus. Terei meramente sido vencido Pelo fim, Sem ter atingido a Meta.
9 comentários:
Prezada colega Urtigão, passei a esta hora só para sugerir que tresler o nome de seu blogue pode indicar uma frase que se inicia por um vocativo muito usado nas décadas de 60 e 70: bicho. Em seguida, viria a adjetivá-la (à Sra.) um aposto explicativo: dama. Finalmente, uma interjeição interrogativa: tá?
Assim, o bicho da mata pode estar a esconder uma conclusão que - imaginemos - a dois leitores mais atentos, afeiçoados à linguagem da época mencionada, ficaria assim: Bicho!, dama, tá? Uma dama que se esconde atrás de um apelido.
Ut puto.
Abraços fortes.
Sir,
Embora seu raciocínio demonstre algo escasso na maioria dos seres humanos ou seja uma capacidade de análise de algo sob as diversas formas possíveis, pensar desta forma, ou melhor concluir isto traz sim uma aproximação de uma realidade ( embora não intencional, consciente) de que sou uma velha hippie, porem dama não já que nunca fiz parte de uma elite, sempre tendo laborado a nível de ações e remuneração quase compatíveis com proletariado (embora com terceiro grau e lato senso) e nem exerci atividades de mulher-dama. A questão não trata de nenhuma figura de linguagem ou nada parecido, simplesmente reflete as condições de desejo de realização da existencia, ( e reflete a forma que vem sendo vivida), já que as atitudes dos seres ditos racionais, em geral me afastam do desejo e vontade de interação em qualquer nível. Vejo muito mais harmonia em ambientes ou ecosistemas livres de ações antrópicas. Mas isso está ficando extenso e excessivamente pessoal. Portanto, não pense dquela forma, pois embora muito interessante, não tem correspondencia com os fatos tal como os vejo, exceto para demonstrar o brilhantismo de sua mente.
Um abraço, (benzadeus, pois poucas vezes sinto inveja de uma mente)
Cara colega Urtigão, o que me faz admirá-la é o seu poder de perscrutação. Quem faz fichas de anamnese como as suas, não é alguém que devamos temer, senão querer por perto. O seu olhar atento nos flagra em erro e acerto, põe-nos em dúvida, e tudo isso não é atributo de um bicho da mata. Não foi intencional? Ora, o Marcelão que nos diga o que são as parapraxias ou atos falhos. Feliz de quem reconheça, sob a fantasia bem urdida (inteligentemente urdida, melhor ainda) de um simples Urtigão, uma dama (um coração que ama a natureza, os filhos, os netos) de intelecto avantajado e questionamentos que os seres-humanos todos deveríamos ter.
Dama, na melhor e mais nobre acepção da palavra.
Abraços!
Sir,
desculpe-me por não publicar seu ultimo comentário, pois há um certo exagero nas suas afirmações. Porem sentindo-me lisonjeada pela sua atenção e considerações deixei-o salvo em anotações pessoais.
Agradecida.
Não há por que pedir desculpas, colega Urtigão. É seu, faça dele o que bem entender. Minha opinião é sincera. Atrás dos rótulos há as pessoas, e a Sra. eu admiro (i) porque não se prende a rótulos e (ii) por ser uma grande pessoa.
Abraços!
Oh! Sir!
Agradecida pelo seu exagero, afinal quem não gosta de ter o ego afagado?
Agradecido por multiplicar a página em homenagem ao Gentileza. Seu blog é muito bonito.
Ao impressionista
Só agora que percebo que deveria ter pedido autorização, mas fiquei tão encantada com o seu trabalho que só pensei em divulgá-lo. Espero que me perdoe e consinta na permanencia dele aqui tambem. O Gentileza fez parte da minha juventude. Diàriamente eu atravessava a av Brasil no local onde êle ficava, para poder ir à aula.
O único que poderia desautorizar seria o próprio Gentileza que, eu acredito, não o faria. De mihha parte fico feliz que mais gente se interesse pelas palavras de Gentileza, neste mundo onde faz tanta falta...
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