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quinta-feira, 17 de julho de 2008

Coisas por dizer

Voltei. Reinicializei (Urgh!) o programa, pés sob o corpo, em posição de lótus (à moda), para aquecer, e o poncho de lã, de São Tomé das Letras cobrindo tudo. Sem tensão. A liberdade da vida de aposentada é que posso dormir na hora e o tempo que quiser, só que ainda estou condicionada pelo ansiedade e angústia dos anos de trabalho intenso e estressante pela própria característica do que eu fazia.
Na verdade esta postagem é para minha leitora mais assídua (fora eu mesma) e que sempre comenta ao telefone ou email, ou batepapo on line, exceto em uma rara vez que postou sob pseudônimo, e que eu lerda como sempre, demorei a descobrir.
Minha querida "Augastes Lumachella"
Quando você afirma que meus filhos são pessoas maravilhosas e são, isto é unanimidade (benzadeus , na duvida, né, Pascal já dizia...), e atribui isso a forma com que foram criados, há com certeza uma parcela de verdade. Mas boas sementes não se desenvolvem em solo inadequado. Por boa criação entendido preocupação e cuidados quanto ao desenvolvimento físico, mental, emocional, espírito aberto para o desenvolvimento de suas potencialidades, transferência de informações, cuidados para que soubessem que eram amados, atenção máxima possivel dentro das limitações existentes pela condição de ser sòmente eu a provedora dos recursos materiais necessários, ter aberto mão de opções mais favoráveis ao desenvolvimento de uma carreira profissional, para que pudesse estar mais presente, são fatos, e seria hipocrisia negá-los. Mas volto a dizer que tudo isso foi muito menos do que êles mereciam, e, com certeza não mereciam aquela coisa que fez parte de nossas vidas por um êrro meu de avaliação e, êrro que como mãe/pãe não poderia ter cometido, e que pelos motivos que você bem conhece não pôde ser fàcilmente corrigido. Talvez isso, a grande compreensão de que foram capazes seja a evidência de que mais do que a minha educação as suas características pessoais são determinantes das pessoas que êles são. Por isso, não me cabe o mérito. Cabe a honra de ser mãe de pessoas fabulosas e o imenso prazer de compartilhar da companhia dêles e das pessoas que sàbiamente escolhem para compartilhar suas vidas.
Um grande abraço, e muito agradecida pela sua imensa generosidade.
PS: fica devendo a explicação de onde você tirou êste beija-flor, e por que beija-flor. Estou mais lerda do que de costume. Os algoritmos para extrair conclusões estão se embaralhando.
PS 2 : Tudo isto reflete minha imensa desorganização. Faço dois blogs destino um para a famíia, depois começo a misturar postagens. Parodiando um colega blogueiro , melánge di blogs (ao mr. Sir, ex tudo isso, sou fã atenta, dos blogs e dos conteúdos). Talvez, vou usar de auto complacência, o que chamei desorganização seja na verdade capacidade de adaptação às condições do momento e, criatividade.( Hoje estou boazinha comigo). E adoro parêntesis.

3 comentários:

Artsy-Fartsy disse...

Ih, justo agora que fui elogiado por ser líbero, larguei o outro blogue! Um só já dá trabalho, que dizer de dois? Pedi desculpas às minhas nobres e cultas colegas, mas a luz das três ofuscou-me, como talvez aquela que cegou o Tecelão de Tarso, na estrada rumo a Damasco.
Ser das sombras, permaneço assombrado, à sombra. Para os íntimos, Fart.
Abraços e parabéns pelos filhos, pela família, etc. Se for verdadeira a hipótese palingenesíaca, é a "vis attractiva" dos bons que uniu a todos.

Augastes Lumachella disse...

Começarei pelo final... existem inúmeras variantes dessa fábula, aqui vai uma delas.

A floresta pegou fogo e o leão, o rei de todos os animais, exortou todos os bichos a fugirem e eles, obedecendo ao leão, deram a correr desesperados para salvarem suas vidas. Mas um pequenino beija-flor não fugira, pelo contrário, ia ao ribeirão enchia seu biquinho com água e jogava no fogo; voltava ao rio, enchia de novo e voltava para tentar combater o fogo.

O leão ao ver aquilo, gritou:

— Oh, beija-flor! Não vês que é inútil o teu esforço? O fogo está alto, não irás apagá-lo com o pouco de água que trazes!

Disse-lhe o beija-flor:

— Sim, eu sei que o fogo está alto, mas pelo menos, estou fazendo a minha parte! Se todos fizerem o mesmo, o incêndio será apagado!




Um grande beijo

Dona Sra. Urtigão disse...

Ilustríssimo senhor,
é de fato uma lástima ter-se restrito a um só, pois duplicado seria ainda melhor.
Beija-flor
aãããh! Mas sob este aspecto a diferença que voce faz equivale a...muuuuuuitos beija-flores.

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