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sexta-feira, 18 de julho de 2008

olhe de perto e depois de longe (4 metros,+-)


Se a visão, um dos nossos sentidos, pode nos confundir desta forma, como podemos esperar a verdade neste mundo em que vivemos? Muitos dizem saber, conhecer, e crêem poder determinar para o(s) outro(s) aquilo que viram, sabem, conhecem. A verdade? Ilusão. No bom sentido. Só que repletos pela vaidade por acharmos que temos razão (racionalidade), por sermos seres conscientes, levamos muito a sério a ilusão proporcionada por nossa percepção. Que mesmo sendo, na maior parte das vezes construção coletiva, como adequação do intelecto à coisa, não deixa de ser ilusão.

5 comentários:

Lenício Siqueira disse...

estou apreciando seu blog em retribuição ao meu. Aprendi como responder aos comentários. Passe lá para ver as respostas

abraço,

Geraldo disse...

Seu comentário sempre me desperta a mente para um mundo (que não dexo de vivenciar) e que você vive. Não importa, saiba, entretanto, que não está só.
Beijo

Dona Sra. Urtigão disse...

Lenício, não há necessidade de respostas ou retribuição. Suas fotos são suficientes, e quando me aventuro a comentar, é porque o aplauso escapa.
Geraldo, confesso que não entendi bem, mas respondo o mesmo que para o Lenício, trocando "fotos" por "textos".
Agradecida, a ambos.

Marcelo Henrique Marques de Souza disse...

Muito bom, dona Urtigão..
Eu diria que a verdade sempre morre de frio, por mais que se a vista.. Vista?? Vista cega, oras...
Abraços

Dona Sra. Urtigão disse...

Marcelo, voce muito me honra ao visitar meu modesto espaço.
A visão é cega, a audição surda. O paladar mal acostumado, e por aí vai. Tudo depende da perspectiva. Ainda não entendi porque os filósofos não aceitam, ou morrem de ódio da palavra relativismo.
Um abraço.

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