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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Do eterno retorno ?


Uma vez por muito tempo e há muito tempo enfrentei o mêdo. E tanto me desgastei, e tanto lutei, que venci . Venci e perdi. Pois mesmo tendo dado conta, e superado a situação, ele, o Mêdo já havia se apossado de meu corpo. E por ser neste corpo que eu estou, minha alma ainda se encontra prisioneira pois para superar, deveria haver um completo esquecimento e como eu iria esquecer-me de mim e permanecer sendo ao mesmo tempo ? Está num passado, mas mesmo construindo a cada dia uma nova vida, ela sempre estará alicerçada no que vivi.
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7 comentários:

Fernanda Papandrea disse...

Que você vença todos os medos que não te servem de nada!

samuel disse...

A total ausência de medos, incluindo os vencidos, é suicidária. Acho eu...

VANUZA PANTALEÃO/OBRA LITERÁRIA disse...

Amiga!
Você não tem nenhuma acidez, você é SINCERA, assim como procuro ser em tudo o que faço. Olha, um pouquinho de mim: venho de uma família que sempre esteve voltada para os problemas sociais. Nossa casa sempre esteve cheia de pessoas carentes, pois minha mãe se preocupava mais com eles que com ela mesma. Aliás, essa tendência "socialista" vem desde meus avós, uma história muito antiga. A verdade é que se a denúncia, como você disse, se for vazia, sem uma ação consistente, não tem valor. Escrevi e participei de muitos movimentos culturais, mas o social nunca ficou para trás.
Obrigada pela sua inteligente participação e vamos nessa!Rsss.
Um ótimo dia!Bjsss

Nilson Barcelli disse...

Tudo depende do que viveu, mas quase sempre é possível vencer os medos. Espero que isso aconteça com vc.
Beijinhos.

O Árabe disse...

Mas nada impede que, sobre os mesmos alicerces, se construam novos cômodos... :) Engraçado que abordei o tema, este semana. Bom fim de semana!

Dona Sra. Urtigão disse...

Andei ausente embora em casa mesmo, pois necessitava de um encontro comigo mesma. Existem fases da vida em que tal encontro é imprescindível.

Fernanda,
bem vinda, os medos há muito foram vencidos, mas sobraram sequelas, um pouco mais do que cicatrizes e com elas que vou vivendo e, confesso, tenho vivido muito bem, pois não sofro mais de angustias, grandes passagens nos fortalecem. Alguma ansiedade, é verdade...

samuel,
mais ou menos isso já dizia Aristóteles ao tratar da coragem, né ?
Abraço

Vanuza
agradecida...

Nilson,
se eu soubesse poetar, um dia iria falar do encontro com o horror.
Abraço

"Hassam",
sem duvida, porem se frágeis forem estes alicerces, a construção não se sustenta, daí a necessidade de que onde eles, os alicerces, se sustemtam esteja bem preparado. Isso implica em muito trabalho quando o solo é pantanoso.
Abraço.

Oliver Pickwick disse...

Sempre considerei o medo um aliado. Sem exageros, ele nos dá medidas importantes, como por exemplo: dos nossos limites, da nossa audácia, da nossa prudência, dentre outras coisas.
Um beijo!

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