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quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

BOM DIA BOM ANO

4 comentários:

Dona Sra. Urtigão disse...

Pois não é que este ano tem coisas mudando. Amigas trocando apresentação e nome do blog,um outro desaparecido ressurgiu das sombras,mudanças de layout.
Adoro mudanças. Acho que vou tambem assim que atingir um mínimo de desapego.

Renato Maluf disse...

Esta frase me fez lembrar minha infância, no interior de SP. Todo dia primeiro, meu tio-avô, que tinha um mercado na rua principal da cidade, dava-me um saco de balas enorme, para eu distribuir para as crianças que - sabedoras do hábito da prebenda - passassem por lá. A cada uma eu devia dizer: "bom dia bom ano".
Bons tempos. Tempos de ingenuidade, de inocência. Tempos de gente honesta, cuja palavra soía valer mais que uma nota promissória. Tempos de minha gárrula meninice.
Abraços, daqui

Dona Sra. Urtigão disse...

Renato
Como mudou este país ou como mudaram as pessoas deste país no curto espaço de tempo entre sua meninice e o hoje.
Ou talvez em alguns recantos persistam certos valores que vem desaparecendo a partir dos grandes centros que sofrem, talvez, com mais intensidade os efeitos dos "formadores de opinião". Digo porque ainda encontro lugares onde casas com janelas de vidro não tem grades, onde bicicletas ficam paradas nas ruas defronte as casas, sem correntes ou cadeados. Sinto-me até estranha ao trafegar por estas cidadezinhas, como se fosse alguma dobra do tempo onde eu tivesse me perdido.Mas poucos quilometros adiante, encontro logo a "normalidade".
( a pouco tempo, parando em uma padaria para comprar um refrigerante e não tendo troco, o vendedor/proprietário(?) insistiu para que eu levasse mesmo assim,e voltasse depois para pagar. Ao retrucar que estava apenas de passagem, mesmo assim ele insistia e alegou que se eu ficasse devendo, certamente retornaria um dia para pagar. Louco ? Ou nós que enlouquecemos? Acabei mesmo retornando àquela estrada "terciaria" para saldar minha "dívida" de R$2,00, pois senão me sentiria muito culpada, não correspondendo a confiança. Ah! Há quem diga que é lei, que ele tem obrigação de ter troco. Mas não creio que este tenha sido seu motivo. Apenas me viu ansiosa e sedenta onde não haviam opções. E isto levou-me a outros belos passeios por aquela região.
"Falo" muito, né...Coisa tambem de velha. Ou, polìticamente correto, de idosa.

Renato Maluf disse...

Coisa boa, colega. Coisa boa.

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