
Esta semana fui "subir o Alcobaça de novo" , virtualmente. Me explico: surfando em blogs fui convidada a participar de uns debates em 'comentários'. De onde estou dá para imaginar a beleza que me espera, pois deste flanco da montanha já o visual é belíssimo, imagine 360°. Porem sei que meu ritmo tem que ser compatível com minha condição. Portanto, vou por aqui, crianças. Pode ser que eu até alcance voces. Ou não. Mas vou desfrutar a paisagem, intensamente. Ou, aplicando ao caso, vou ler mais sobre os temas que vocês apontam. Por sorte os livros que vocês citam tenho-os já semi-lidos, só preciso caminhar até o outro extremo da casa. Por que "a máquina " está num quarto e os livros em outro? digamos que eu hierarquizo da seguinte forma: PC próximo à área de serviço - ondas eletromagnéticas, blablabla. Livros, que são a paixão, entre o ambiente de estar e o quarto de dormir. Lógico, né? Por que agora que estou superando o preconceito contra "a máquina" não a transfiro? Óbvio também: assim sou obrigada a fazer uma micro-caminhada toda hora, pois que senão "as juntas emperram". E continuo caminhando por montanhas, metafóricas ou não.
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