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quinta-feira, 12 de junho de 2008

Tiago Paixão, sobre Babel

Tiago Paixão sobre a postagem "BABEL":

Isso vai ser divertido demais... bem vamos lá: (acabei de puxar um cubano, pois isso merece)

Começamos pelo começo (óbvio): É o diabo da subjetividade... o tal do ruído... aquela inexatidão que é inerente a linguagem. A causa disso? Eu me lembro que há dez anos eu estudava teoria da comunicação e me diziam em livros de 400 páginas que eu tinha que ser objetivo. no entanto, a questão já começava cabulosa por ai... Objetividade no sentido de restringir a percepção??? Objetividade no sentido de concisão? Na realidade acho que ninguém quer assumir o onus de determinar isso... o primeiro, que facilitaria a compreensão da realidade certamente teria o custo de impedir a interpretação... associando isso ainda ao diabo do mercado, ferra tudo... pois na comunicação não há santos. O segundo, esbarra nos interesses das empresas de comunicação

Num segundo momento, imagino a maldita espiral do silêncio... os erros repetidos e surgidos a partir do diabo do ruído. Pra mim, o que importa é que não há nada senão apenas a necessidade de informar e informar-se entendendo que para isso há a margem da interpretação e que isso não é ruim quando o desgramado do comunicador não tenta condicionar o leitor (receptor) e permite a ele a simplicidade mostrada pela tua filha... A comunicação é como comida.. A melhor é a simples e sincera... As de grife são comprometidas com egos, são parcas e por elas se paga um preço alto demais.

Pronto!!!!!

Um comentário:

Mr. Fart disse...

Que textos bem escritos! Fortes e objetivos, cheios de amor ao vernáculo...

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