
Chovia há dias e continuou chovendo durante o período em que la permaneci .Mas, apesar disso sente-se o Paraiso. Embora as nuvens estivessem tão proximas, demais, o que impedia visão à média e longa distância, as maravilhas do lugar são percebidas a cada olhar, a cada passo (e tambem a cada pingo). A mata Atlantica apresenta-se ainda original na fazenda e regenerada no entorno da reserva, o que permite sua observação em diversos aspectos. Mas o melhor não é o olhar científico. È a sensação da ausencia de certos sons que nem percebemos mais que estão em nossos ouvidos e em nossas mentes- o zumbir constante das cidades e, a inclusão em nosso universo sonoro, de outros...gorgeios aos quais não estamos habituados. Sons da água corrente,das numerosas nascentes da região. Sons da mata que custamos a identificar. Somos transportados a um universo atemporal, onde o que realmente vale é a simples existência e, mais ainda, o Ser. E não falei da luz.
ps. Lucia e Carlos, obrigado
Nenhum comentário:
Postar um comentário